PROGRAMAÇÃO- 22.10

10h

Projeto “ A Cientista “  

Com a Cia O que tem, Maria? –  Jundiaí

Duração: 45 min | Classificação indicativa: Livre |Tema: Palhaço-Ciência

Teatro Municipal “José Antônio Parra Gomes” 

Av. Tamoios – Centro, Tupã 

 

Com elementos lúdicos, cômicos, sonoros, brincadeiras e muitas experimentações Cotonete Maria se apresenta em toda a sua potência curiosa e atrapalhada. Essa palhaça nos traz cada etapa de sua trajetória, desde seu nascimento até as suas grandes descobertas na sua astúcia de experimentar seus experimentos. O espetáculo é também um chamado para entrar no universo da palhaçaria científica com um novo olhar para mundo, de uma maneira diferente, interessada e instigadora. Aqui, nesse encontro entre a arte do riso, como catalisadora de transformações e a ciência, em suas possibilidades de tudo testar, o erro é matéria-prima para as aventuras dessa cientista palhaça e, certamente, bemvindo!  O fascínio pelas borboletas levam nossa menina a crescer e testar sua primeira hipótese: Será possível criar borboletas em laboratório? Muitas surpresas e descobertas nesta jornada. Um brinde!

 

Ficha Técnica

Dramaturgia: Raquel Medeia e Marisa Riso

Direção: Cláudio de Albuquerque

Atuação e concepção do projeto:  Raquel Medeia

Assistente de direção: Rafa Ambrosin

Músicos: Rafa Ambrosin e Melina Nucci

Direção Musical: Rafa Ambrosin

Orientação cena “A transformação”: Ésio Magalhães (Oficina Gague- Palhaçaria em Ação- SESC JUNDIAÍ 2022)

Concepção de Figurino: Raquel Medeia

Produção e confecção de figurinos e adereços: Raquel Medeia e Josefa Ruy

Concepção e produção de cenografia: Raquel Medeia

Produção: Raquel Medeia e Fabiana Chinaque

Parceiros: Ateliê Casarão, Yakisoba Brasil, Ateliê Artes Dajoh, Cena4 Produções, Grupo

Escoteiro Primavera 411 e Grêmio C.P.

Orientação artística: Marisa Riso 

 

11H10

A Charanga da Tramp  

Cia Tramp de Palhaços – Jundiaí

55 minutos| Classificação Indicativa: Livre | Gênero: Palhaçaria| Tema: História do Circo 

Local: Praça da Bandeira 

 

A Charanga da Tramp, da Cia Tramp de Palhaços, é um espetáculo que une a música com o circo. Os palhaços Chimpa, Filomeno, Pompeu e Lechuga contam à plateia, de forma didática, sobre a importância que a charanga – como era chamada a banda do circo – tinha no andamento do espetáculo. Tendo Pompeu como Maestro e Chimpa na posição de Mestre de Cerimônias, o quarteto se desdobra para apresentar ao público suas habilidades acrobáticas, números de mágica, lutas espetaculares, canções de domínio público e de sua própria autoria e, é claro, muita palhaçada. O espetáculo se propõe ao resgate dos pequenos circos mambembes que circulavam pelo interior do Brasil, compreendendo o nosso tempo e como clássico pode ser ressignificado. A Charanga da Tramp é um espetáculo para toda a família.

 

Ficha Técnica:

Concepção e Roteiro: Cia Tramp de Palhaços

Atuação: Luan Henrique da Silva (Filomeno) /Matheus Ferreira de Lima (Lechuga) /Christofer Bergmann (Maestro Pompeu) /Paulo Freitas (Monsieur Chimpa)

Direção, adereços, figurinos e produção: Cia Tramp de Palhaços

Orientação artística: Rhena de Faria 

 

14h40 – 

Curadoria comenta: palhaçaria e comédia (Atividade fechada para grupos)

90 minutos

Local: Sala de Apoio – Espaço das Artes | Teatro Municipal “José Antônio Parra Gomes” 

Av. Tamoios – Centro, Tupã 

 

16h30 

“Canteiro de Memórias”

Com Uma de Nós – Ateliê Teatral – Sorocaba

50 min | Classificação indicativa: 14 anos | Gênero: épico | Tema:  ancestralidade

Teatro Municipal “José Antônio Parra Gomes”, Avenida Tamoios – Centro, Tupã 

 

Canteiro de Memórias está sendo escrito e dirigido por Anália Marques, a partir das memórias ancestrais das integrantes do grupo. O coletivo escavou as próprias memórias para falar deste exército de mulheres anônimas que de forma silenciosa foram fundamentais para que neste século XXI possamos olhar para trás e percebermos que ainda que a tão sonhada igualdade de gênero seja uma utopia, as mulheres já venceram inúmeras batalhas nesta caminhada: o direito ao voto, ao divórcio, a herança, ao acesso ao ensino superior são apenas algumas das muitas lutas que já se converteram em realidade. Assim, o projeto é um tributo a todas estas mulheres invisíveis que pavimentaram a estrada para que outras gerações de mulheres pudessem caminhar com mais liberdade, inclusive para lutar pela igualdade almejada.

 

Ficha Técnica:

Direção e dramaturgia: Anália Marques 

Elenco: Ana Lúcia Mendes Anália marques Mariana Bizzotto

Coordenação áudio visual: Rafael Garcia e Thiago Di Nazaré

Sonoridades: Luiz Mello

Figurino: Rafael Garcia  e Thiago Di Nazaré

Orientação artística: Ligia Souza e Viviane Dias

Desenho de luz: Luiz Paixão

 

17h40 

Aqui Jazz Billie 

Com Núcleo Ágora de Teatro   –   São José dos Campos

Duração: 50 minutos | Classificação Indicativa: 16 anos | Conteúdo Sexual; Linguagem Imprópria; Temas Sensíveis; Violência | Gênero: Drama biográfico musical

Local: Teatro Municipal “José Antônio Parra Gomes”, Avenida Tamoios – Centro, Tupã 

 

Aqui Jazz Billie é um monólogo musical inspirado na vida e na obra da cantora Billie Holiday e consiste na junção da pesquisa da grande personalidade feminina negra, intérprete que deu vida e voz ao poema de protesto contra linchamento sofrido pelos corpos negros nos Estados Unidos na década de 40, Strange Fruit. A construção desse monólogo musical, tem por objetivo compor uma dramaturgia com elementos de origem biográfica, com a musicalidade do jazz e também canções populares, propondo um olhar híbrido e lúdico sobre essa herança afrodescendente, que encontramos na nossa cultura e sociedade.

 

Ficha Técnica:

Roteiro, atuação e coordenação geral:  Renata Batista Mello Aguiar

Direção  Geral: Gabriel Felipe Damas Marinelo

Ator, arranjador, preparador vocal, músico instrumentista, diretor musical: Miler Ezequiel dos Santos

Orientação artística: Érika Cunha

 

19h

Primitiva

Com Pagu Cia de Teatro – Presidente Prudente

50 minutos| Classificação indicativa – 14 anos| Gênero – Drama | Tema: O sagrado feminino

Local:   Museu Solar Luiz de Souza Leão, Rua Caingangs, 600, Vila Santa Inez, Centro

 

A Pagu Cia de Teatro propõe ao público experimentar cenicamente a busca de um modo de existir – PRIMITIVA – um trabalho que se alimenta do ser mulher. Uma criação que por meio de nariz, bocas, olhos e ouvidos deseja reunir passado, presente e futuro no encontro de presenças e ausências. A Pagu é um coletivo de mulheres que nasceu em 2017 na cidade de Presidente Prudente com a vontade de colocar em cena questões do universo feminino, instigadas por suas inquietações e vivências.  A companhia criou no percurso de seis anos os Espetáculos Para Mollis (2018), Maria de quem? (2019) e agora apresenta Primitiva que mesmo em processo foi premiada pela lei estadual Aldir Blanc e municipal Cultura e Arte por Toda Parte.

 

Ficha técnica

Dramaturgia  e direção – Elora Carolina

Atuação – Ana Paula Morceli, Bárbara Ramires, Elora Carolina, Poliana Wolochen

Sonoplastia – Mariana Vieira

Produção audiovisual – Taila Baes

Fotografia- Júlia Duran

Orientação artística – Katia Brito

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