PROGRAMAÇÃO

DIA 18/11, QUINTA-FEIRA

20H | ABERTURA

Abertura da Mostra com as equipes de gestão e curadoria, apresentação de Clayton Nascimento

20H15 | APRESENTAÇÕES

Abertura temática “Arte e Sociedade” com os artistas orientadores Jéssica Nascimento e Fagner Rodrigues

O REINO DE GAIA

Pé de Gente (Peruíbe) | Orientação: Isadora Ifanger | Duração: 15 min | Classificação: Livre

*AUDIODESCRIÇÃO

Um clamor pela natureza com inspiração no livro “O Amanhã não está à venda” (Ailton Krenak) e a Carta do Cacique Seattle. Seres e criaturas invadem o espaço para expor a fragilidade em que se encontra o Reino de Gaya, afinal como se pode comprar ou vender o céu? Somos parte da terra e a terra é parte de nós.

QUINTAIS DE RUTH

Cia de Teatro Sucudumbu (Guaratinguetá) | Orientação: Bell Castro | Duração: 15 min | Classificação: Livre

Através da literatura e da vida de Ruth, buscamos desvendar as raízes do fundo da alma Valeparaibana e quiçá, irmos de encontro a nossa própria essência. Quintais onde desfilam histórias de caboclos caipiras, mentiras verdadeiras, fé, crenças e desconjuro, cantigas e bailados. O universo seu, meu, nosso! Traduzindo a vida em palavras.

DESDE

Superidosos (Mirassolândia) | Orientação: Cia Cênica | Duração: 15 min | Classificação: Livre

“Quisera dar ao nada uma voz enlouquecida”. Desde é um passeio pela memória, mas só por aquela que vive em mim agora. Costurando histórias, canções, fotografias, lembranças ao sol dançam no amiudar do dia em um mosaico de devaneios das palavras engavetadas. Uma visita aos guardados do tempo.

DESASSOSSEGOS

Ação Encena (Guaratinguetá) | Orientação: Jéssica Nascimento | Duração: 15 min | Classificação: Livre

A partir do Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa, é aberto um diálogo entre as reflexões do poeta e as experiências dos atores. Os personagens ora viajam nas imagens oníricas do autor, ora se contrapõem aos seus pensamentos, percorrendo os sentimentos que provocam desassossego na alma humana.

21H ÀS 22H | CONVERSA

ARTE E SOCIEDADE

Com: Leonardo Moreira (Cia Hiato) e Naruna Costa (Espaço Clariô). Mediação: Miriam Rinaldi

A partir de reflexões levantadas pelo espetáculo “Amadores”, de Leo Moreira, e de ações sociais do Espaço Clariô, dirigido por Naruna Costa em Taboão da Serra, a mesa quer explorar a linha tênue entre arte e representação, arte e educação, arte e saúde, arte no exercício da cidadania, fortalecendo, em suas várias interfaces, a voz e o protagonismo de indivíduos marginais, aprofundando não só as razões geográficas evidentes na desigualdade de acesso, mas em seu caráter simbólico, colocando no centro da cena pessoas para quem o palco nunca foi permitido.

DIA 19/11, SEXTA-FEIRA

20H ÀS 21H | APRESENTAÇÕES

Abertura temática “Apropriação Dramatúrgica” com a artista orientadora Johana Albuquerque e Marcelo Braga

HOJE SOU REI, AMANHÃ NÃO SEI

Grupo Teatral Fora de Hora (Ribeirão Preto) | Orientação: Marcelo Braga | Duração: 15 min | Classificação: 12 anos

A obra retrata um universo peculiar. A partir de dramaturgias do autor gaúcho Qorpo-Santo, o grupo teatral Fora de Hora traz uma montagem irreverente que ousa com absurdo e ironiza a história de personagens do autor em questão.

AS PRESEPADAS DE TILL EULENSPIEGEL

Cia Espelunca de Teatro (São Carlos) | Orientação: Ana Paula Lopez | Duração: 15 min | Classificação: 14 anos

*AUDIODESCRIÇÃO

Da inocência à beira do desespero, Till é retratado em meio à escassez de recursos e imerso na ignorância. No mesmo ambiente, três cegos esperançosos tentam vencer a miséria em busca de um paraíso chamado Cocanha. O absurdo da existência em tempos difíceis é estranhamente associado ao riso.

MEMÓRIA DAS COISAS

Núcleo Ágora de Teatro (São José dos Campos) | Orientação: Johana Albuquerque | Duração: 15 min | Classificação: 12 anos

Investigação do teatro dentro do teatro a partir do texto de Luiz Alberto de Abreu. A construção de um espetáculo é invadida por imagens desconhecidas e memórias indesejadas, imagens que habitaram o antigo Arco do Presídio Tiradentes, em São Paulo.

21H ÀS 22H | CONVERSA

APROPRIAÇÃO DRAMATÚRGICA

Com: Michelle Ferreira e Maria Shu. Mediação: Fernanda Zancopé e Fernando Aveiro

Na edição de 2021, acompanhamos uma relação subversiva no diálogo entre os grupos do Programa e as obras de dramaturgia consagradas. Em muitos casos, percebemos que os textos servem de pretextos para discussões transversais, tais como as relações do contexto regional, cultural e político, acrescidos por elementos autobiográficos, como se a obra original permitisse a vazão de discursos mais emergentes. Não podemos também desconsiderar que o teatro digital impõe condições específicas, tal como a mediação da câmera (recorte e movimento), que por vezes confunde a função da direção com a da dramaturgia. A mesa gostaria de traçar alguns aspectos da prática cênico-dramatúrgica atual pós-pandêmica, e como cada integrante da mesa percebe esse campo de experimentação ao quais as artes cênicas mergulharam.

DIA 20/11, SÁBADO

11H ÀS 12H30 | CONVERSA

PRODUÇÃO E DIFUSÃO: A IMPORTÂNCIA DOS FESTIVAIS E FÓRUNS

Com: Alice Possani (FLIGSP Fórum do Litoral, Interior e Grande São Paulo), Antonio Chapéu (Fentepira – Festival de Piracicaba) e Rafael Guerra (curador do Euriso – Fernandópolis). Mediação: Fernanda Zancopé.

Qual é a importância dos festivais e dos fóruns de cultura para estimular o artista cênico em sua região? Nessa mesa, gostaríamos de refletir sobre a importância da ação coletiva de profissionais da área da cultura organizados em fóruns, festivais e em ações alternativas que estimulem a noção de pertencimento no Interior do Estado de São Paulo. Esses movimentos, ainda que sazonais e transitórios, buscam estimular não apenas o engajamento político e de classe, mas ações formativas, desenvolvendo e aprimorando o senso ético e estético. Alguns aspectos sobre a regulamentação da Lei Aldir Blanc de Emergência à Cultura que existe hoje graças a uma grande mobilização por parte de profissionais da cultura e que, a despeito das dificuldades impostas pela pandemia, acabaram por descobrir novos procedimentos artísticos que reverberam na qualidade dos trabalhos que estamos assistindo.

15H ÀS 16H | APRESENTAÇÕES

Abertura temática “Teatro e Artesania” com as artistas orientadoras Flávia Strongolli e Fabiana Monsalú

OS DOIS CORCUNDAS

Trupe Trapaceros (Franco da Rocha) | Orientação: Flávia Strongolli | Duração: 15 min | Classificação: Livre

Dois corcundas que mergulham nos mistérios de um povo encantado. Misturando elementos lúdicos de circo, música e teatro de animação, a narrativa é permeada das dúvidas e certezas que atravessam a todos nós.

AS MARAVILHAS DE ALICE

Cia Entre Palcos (Palestina) | Orientação: Ana Farinã | Duração: 15 min | Classificação: Livre

*AUDIODESCRIÇÃO

Alice vive em um mundo permeado por sombras e incertezas, até que encontra um coelho que a leva ao País das Maravilhas! Vários são os portais transpostos pela menina na descoberta de sua identidade. Querendo responder à pergunta “Quem sou eu?”, Alice acaba por descobrir suas verdadeiras maravilhas.

QUEM MUITO COBRA, COBRADO SERÁ!

Mamulengo de si mesmo (Caraguatatuba) | Orientação: Edu Brisa | Duração: 15 min | Classificação: Livre

O grupo apresenta o teatro popular de bonecos do nordeste através do cotidiano das feiras livres como espaço de brincadeira, afetos e desigualdades. Tiana é uma feirante com o sonho de entrar para a trupe de Mamulengo e enfrentará o machismo, racismo e coronelismo para estar em seu lugar de direito.

20H ÀS 21H | APRESENTAÇÕES

Abertura temática “Teatro Digital” com os artistas orientadores Carlos Canhameiro e Fernanda Raquel

DO CORTE AO SANGUE

Cia Teatral Desde Amanhã (Ilha Solteira) | Orientação: Cia Cid Chagas | Duração: 15 min | Classificação: 16 anos

Baseada em “Navalha na Carne”, de Plínio Marcos, retrata o quadro caótico na dura realidade de três indivíduos que fazem parte de um cenário social excluído e marginalizado. Neusa Sueli, Vado e Veludo vivenciam um triângulo amoroso onde prevalecem vontades próprias, afetos e violências que os levam cada vez mais a uma decadência moral.

LÁGRIMAS

Mythus Teatro (Macatuba) | Orientação: Ernani Sanches | Duração: 15 min | Classificação: 14 anos

A procissão do insepultável enterra Mãe, Pai e Filho. Rio e personas definidas como expectativas e medos em um labirinto onde as coisas apresentam-se efêmeras, absurdas e confusas – morte, vida, fé e loucura. A felicidade, por vezes, clandestina, fica escondida no frágil e miserável mundo sem cores.

POESIA QUE ESPANCA

Uma de nós – Ateliê Teatral (Sorocaba) | Orientação: Fernanda Raquel | Duração: 15 min | Classificação: 16 anos

Fragmentos de mulheres se misturam a objetos domésticos ressignificados, ao mesmo tempo em que conduzem a jornada de cada uma das personagens, rasgam o véu do romantismo e desencaixam esta semiologia de opressão, que age silenciosamente, transformando a mulher em mais um objeto da casa.

21H ÀS 22H | CONVERSA

ARTE DIGITAL: DO TABLADO AO PIXEL

Com: Vera Holtz. Mediação: Miriam Rinaldi e Fernando Aveiro

O teatro multimídia é estudado desde os anos 1960 e se esforça em integrar a imagem, o som, o texto, a tecnologia informática em um mesmo projeto. A fusão entre artes revelou novos conceitos e leituras de signos. Porém, a partir do início de 2020, ao pensarmos o virtual como espaço exclusivo para o elo entre artistas/espectadores e também como único espaço de criação, a relação entre presencial e virtual precisou ser recodificada assim como o fazer artístico. Poucos estavam preparados para essa transição, que se deu de maneira abrupta. A partir da experiência e da formação da atriz Vera Holtz, questões sobre o futuro do teatro e o legado da produção realizada durante a pandemia serão trazidas à tona.

DIA 21/11, DOMINGO

11H ÀS 12H30 | CONVERSA

DRT: PARA QUEM?

Com: Dani Sampaio (Gestão de Carreiras Artísticas no Interior e Litoral) e Jandilson Vieira (SATED). Mediação: Fernando Aveiro

No escopo de coletivos, companhias e trupes que participam do “Programa de Qualificação em Artes – Teatro” é possível observar as mais diversas formações dentre os integrantes. Inclusive, parte considerável deles se dispõe ao fazer teatral por lazer ou autoconhecimento, no melhor sentido do teatro amador, concentrando suas atividades aos finais de semana para a criação ou a circulação de espetáculos. Nesse contexto, não é incomum muitos dos participantes nos procurarem com dúvidas a respeito da profissionalização e percebemos que nem todos estão cientes dos aspectos políticos e éticos envolvidos nessas escolhas. Como trabalhar a gestão e a carreira dos grupos do interior e litoral do estado a fim de promover a um meio de vida? Quais estratégias o SATED tem encontrado para estimular esses fazedores de teatro a se profissionalizarem?  Quais as situações mais comuns nesse cenário?

15H ÀS 16H | APRESENTAÇÕES

Abertura temática “Erês e Telecriaturas” com os artistas orientadores Ana Paula Lopez e Ernani Sanchez

PINTASOM

Ateliê Cênico Musical (Atibaia) | Orientação: Fabiana Monsalú | Duração: 15 min | Classificação: Livre

*CONTÉM EXPERIMENTOS SONOROS INCLUSIVOS DE DESCRIÇÃO POÉTICA

Conta a trajetória de uma personagem que sai em busca de um som perdido. Em primeira pessoa, acompanhamos passos que nos convidam a espiar e vivenciar esse percurso sonoro e lúdico. Cada passo, cada ambiente é uma descoberta, uma fenda no tempo-espaço, um achado visual e sonoro que sensibiliza a percepção e relação com o entorno, numa grande brincadeira de reinvenção da escuta.

MARIA E JOÃO, REAL OFICIAL

Cia Paulista de Artes (Jundiaí) | Orientação: Fernanda Raquel | Duração: 15 min | Classificação: Livre

*AUDIODESCRIÇÃO

Transpondo a história dos Irmãos Grimm para o universo da geração Z, encontramos as crianças deixadas numa floresta digital, cheia de possibilidades. Movidos pela curiosidade e senso de aventura Maria e seu irmão João entram no jogo “A Casa de Doces” e se veem presos em suas infinitas fases…

FRONT

Atuacia (Ribeirão Preto) | Orientação: Ernani Sanchez | Duração: 15 min | Classificação: 10 anos

O mundo está em guerra e as palhaças/soldadas Modéstia e Piolinha estão em lados opostos do confronto. Elas disputam a conquista de algo que não sabem direito o que é, nem pra que serve e muito menos o que ganham ou perdem com isso. Simplesmente cumprem com empenho e responsabilidade o trabalho ordenado pelos que ocupam o poder.

Assista em Facebook e YouTube Oficinas Culturais

*Acessível em Libras

*Audiodescrição (consulte a programação)

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