MONGAGUÁ

26/11 – Sábado

Praça Fernando Arens

Av. Marina, s/n, Centro


Programação:

16h às 20h30

 

ARTESANATO

Aldeia Aguapeú, Aldeia Cerro Korá, Aldeia Itaoca Tupi e Aldeia Nhanderupo

Moradores das aldeias Aguapeú, Cerro Korá, Itaoca Tupi e Nhanderupo expressam sua cultura ancestral indígena por meio de uma das bases da economia de suas comunidades: o artesanato, composto por esculturas em madeira, cestas, além de adornos e joias feitas de conchas, sementes, penas, miçangas e fios.

 

16h às 19h | Apresentações

 

CANTO, DANÇA E CULTURA ANCESTRAL

Aldeia Itaoca Tupi, Aldeia Aguapeú, Aldeia Nhanderupo e Aldeia Cerro Korá

O grupo Txondario e Txondaria da Aldeia Itaoca Tupi apresenta seu canto em agradecimento a Nhanderu, à natureza e aos visitantes. Na sequência, a Aldeia Aguapeú traz suas músicas tradicionais e a dança do Xondaro. Por meio do Coral Guatapu, a Aldeia Nhanderupo apresenta seus cânticos e fala sobre a manutenção da tradição e da língua. Para encerrar, a Aldeia Cerro Korá apresenta as danças do Xondaro, Tangará e o canto do grupo Mborai marãe’y.

 

19h | Filme

NHANDEREKO: CANTO DE PROTEÇÃO

Direção: Ataíde G Vilharve | BRA | 2022 | Doc | 15 min

Ambientado em aldeias de origem Guarani Mbya (Aguapeú, Cerro Korá e Nhanderupo), localizadas em Mongaguá, Litoral Sul de São Paulo, o filme retrata o modo de ser indígena em diálogo com a natureza, a importância do território para a sobrevivência da cultura originária e do canto para fortalecimento do nhandereko e sua proteção.

Após a exibição, haverá bate-papo com Trudruá Dorrico e Ataíde G Vilharve (diretor).

 

20h | Show

OZ GUARANI

Direto da Terra Indígena Jaraguá, do povo Guarani Mbya, o grupo de rap Oz Guarani, junto ao Coral Mbaraeté, chega a Mongaguá para interpretar canções de resistência e fortalecimento da luta indígena por seus direitos. Seus integrantes, xondaros e xondárias, apresentam rimas e melodias que enaltecem a cultura e a diversidade dos povos originários e expõem suas necessidades.

 

Participantes:

Aldeia Aguapeú está localizada em reserva ambiental da Mata Atlântica, em Mongaguá. A comunidade Guarani Mbya de Aguapeú, que concebeu o projeto “Jaguatareí Nhemboé: caminhando e aprendendo”, desenvolve trabalho de Turismo de Base Comunitária, promovendo atividades de visitação e divulgando a importância da terra para a cultura Guarani.

 

Aldeia Cerro Korá mantém as raízes Tupi-Guarani. No local, vivem cerca de 40 pessoas, entre adultos e crianças. Expressando e preservando a ancestralidade, além de manifestações como as danças do Xondaro, Tangará e o canto Mborai marãe’y, a comunidade produz peças artesanais, cuja venda contribui para a divulgação da cultura e de seu modo de vida.

 

Aldeia Itaoca Tupi está situada em meio à diversidade da fauna e flora da Mata Atlântica, em Mongaguá. Pertencente à etnia Guarani Nhandewa, a comunidade composta por 25 famílias vende artesanatos tradicionais, plantas e palmitos. Em fase de fortalecimento cultural da sua ancestralidade, utiliza o canto para expressar a valorização de seu povo e agradecer à Nhanderu por toda a natureza, sua casa.

 

Aldeia Nhanderupo é composta por 22 moradores da etnia Guarani. A agricultura (banana e palmito) é a base da economia da comunidade, bem como a venda do artesanato. A cultura e o conhecimento ancestral é mantido por meio da língua guarani, prioritariamente falada entre seus membros.

 

Ataíde G Vilharve é Vherá Mirim, nome nativo e sagrado para o povo Guarani Mbya. Idealizador e coordenador da Mídia Mbya, canal de comunicadores indígenas do Vale do Ribeira (SP). Pesquisador da PARI-c (Plataforma de Antropologia e Respostas Indígenas à Covid-19). Graduando em Tecnologia da Gestão Pública pela UNINOVE, cursou Gestão de Segurança Pública e Privado pela Faculdade Orígenes Lessa.

 

Oz Guarani foi fundado em 2014, por Karai Djeguaka Xondaro. O grupo interpreta canções de resistência e fortalecimento da luta indígena por seus direitos. Por meio de rimas de resistência e poesia, expõe as necessidades de seu povo, relata os problemas diários sofridos em sua comunidade e narra o conflito histórico pela demarcação de terras.

 

Trudruá Dorrico pertence ao povo Macuxi. Doutora em Teoria da Literatura pela PUCRS, mestre em Estudos Literários e licenciada em Letras Português pela UNIR. Administradora do perfil @leiamulheresindigenas no Instagram e do canal no YouTube “Literatura Indígena Contemporânea”. Curadora da I Mostra de Literatura Indígena no Museu do Índio (UFU). Poeta, escritora, palestrante e pesquisadora de literatura indígena, é autora da obra “Eu sou macuxi e outras histórias” (Caos e Letras, 2019).

 

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