CONVIDADOS

Alana Gabriela é percussionista, performer e graduanda em Música Popular pela UFBA. Iniciou seus estudos musicais aos 12 anos, no Projeto Quabales, na Bahia. É formada em percussão pela Associação Pracatum e pelo “Rumpilezzinho | Laboratório Musical de Jovens”. Atualmente, trabalha como freelancer em shows, gravações e acompanha artistas independentes da cena musical de Salvador.

Alessandro Primata iniciou sua trajetória na música há mais de 30 anos. Estudou com Eduardo Nazário e Douglas Las Casas. Já tocou com Arthur Maia, Chico de Oliveira, Derico, Izzy Gordon, Bira, Tony Gordon, J.J. Jackson, Dom Paulinho Lima, Jadiel Oliveira, Alissa Sanders, Dani Montuori, Lud Mazzucatti, Coletivo Taubateano, Chico Teixeira, Taubaté Big Band, Quarteto Fantástico, Fusion de La Musik, entre outros grandes nomes do Vale do Paraíba, do Brasil e do mundo.

Alexandre Matias cobre cultura, comportamento e tecnologia há 25 anos. Além de jornalista, palestrante e coordenador de cursos voltados para a área da música, é curador, tradutor, discotecário e produtor de festas. Desde 1995, mantém o site Trabalho Sujo. Atualmente, faz curadoria de música do Espaço Cultural Centro da Terra, produz a festa mensal Noites Trabalho Sujo, além de integrar o Conselho Consultivo da SIM São Paulo e a comissão julgadora da categoria de Música Popular da APCA.

Aline Gonçalves é flautista, clarinetista, arranjadora e compositora. Faz parte do grupo El Efecto e foi integrante fundadora da Itiberê Orquestra Família. Gravou no álbum “Mundo Verde Esperança”, de Hermeto Pascoal & Grupo. Em 2007, lançou o premiado disco “verdevioleta – craciones sobre música de Violeta Parra”. Fez parte da fundação do coletivo Essa Mulher, dedicado ao fomento da produção musical feminina no Rio de Janeiro, onde atua até hoje. Em 2020, criou o projeto “Emmbra – Escritas Musicais de Mulheres Brasileiras”.

Aline Fernandes é empreendedora social, com 17 anos de experiência em gestão de projetos e programas sociais, elaboração e implementação de planos de desenvolvimento institucional e de captação de recursos para organizações da sociedade civil. Implementou projetos patrocinados em organizações sociais, como Casa de Passagem Ana Vasconcelos (PE) e Instituto Cultural Casa do Béradêro (PB). Por meio de sua empresa Lume Social, entre outras várias ações, atua também na mobilização de 94 municípios da Paraíba para a adesão ao programa Digitaliza Brasil.

Amaro Freitas, pianista recifense, é uma das grandes revelações do jazz brasileiro contemporâneo. Em 2016, lançou seu primeiro álbum, “Sangue Negro”. Dois anos depois, foi a vez de “Rasif”, vencedor do Prêmio MIMO Instrumental. Já se apresentou em festivais e casas de show de São Paulo, Argentina, EUA, Inglaterra e Itália. Participou do álbum “Em Trânsito”, de Lenine, e do EP “Existe Amor”, de Milton Nascimento e Criolo. Recentemente, lançou o aclamado disco “Sankofa”.

Ana Karina Sebastião já tocou com Maria Gadú, Chico César, Arrigo Barnabé, Liniker, Paulo Miklos, Sérgio Reis, Tony Lindsay, Nik West, entre outros. Como baixista do programa “Conversa com Bial”, na Rede Globo, acompanhou nomes como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Tom Zé, Gal Costa, Martinho da Vila, Elza Soares, Paulinho da Viola, Alcione e Iza. Foi a primeira mulher brasileira a ter um baixo signature, o Black Gold, lançado em 2019 pela Tagima.

Anderson Foca é músico, produtor e ativista cultural. Está à frente do Combo Cultural Dosol, que, entre outras atividades, produz o Festival Dosol. Já participou de diversas curadorias e programações, como Rumos Itaú Cultural, Natura Musical, Red Bull Music Pulso, Abril Pro Rock, entre outros. Produziu e fez direção artística de mais de 100 álbuns e artistas brasileiros. Toca na Ferve, Orquestra Greiosa, Sinks, Camarones Orquestra Guitarrística, Fetuttines e Orquestra Greiosa.

André Rodrigues, trompetista e arranjador, foi aluno do Conservatório de Tatuí. Atuou em várias formações instrumentais e participou de festivais e mostras como Cascavel Jazz Festival e Mapa Cultural Paulista. Atualmente, trabalha com gravações em estúdio, eventos e aulas de música.

Anne Chang, especialista em fusões, aquisições e investimentos, é formada pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco da USP e mestre pela Universidade da Califórnia em Berkeley, com especialização em Mercados Financeiros pela London School of Economics. É sócia de HCO Law eAdvisor e Diretora Executiva de Tecnologia e Inovação e Board Members da Berkeley Global Society. É professora no Curso de Direito em Startups, do Insper.

Archanjo dos Santos, formado pela Escola Municipal de Artes Maestro Fêgo Camargo e graduado em Educação Musical, é educador de percussão no Projeto Esperança São Pedro Apóstolo e no Polo São Luiz do Paraitinga do Projeto Guri. É percussionista da Banda Sinfônica Jovem de Taubaté, além de integrar vários grupos artísticos da cidade e gravar com diversos nomes do cenário independente do Vale do Paraíba.

Beatriz Lima, baixista e educadora musical, estudou baixo elétrico com Gabriel Bahlis e Itamar Collaço, na EMESP Tom Jobim. É licenciada em Música pela FIAM-FAAM. Já tocou com diversos grupos de música instrumental e hoje, além da docência, dedica-se a composições e projetos autorais.

Beatriz Marques é baterista das bandas Two Three, Pepper Stone e You Wish, no interior de São Paulo. É instrutora de bateria na escola de música Max Music. Participou do festival Imagine Brazil e, no MIA 2019, foi convidada para integrar a banda composta por mulheres instrumentistas da região de Araçatuba, dirigida por Gaia Wilmer.

Bianca Gismonti começou a tocar com seu pai, Egberto Gismonti, aos 15 anos de idade. Estreou o Duo Gisbranco em 2005, completando 15 anos de carreira em 2020, com cinco CDs e um DVD lançados, além de parcerias com nomes como Chico César, Jaques Morelenbaum, MPB4 e Lan Lanh. Com o seu trabalho autoral, em 2012 formou o Bianca Gismonti Trio, tendo percorrido o mundo com diversas turnês internacionais e lançado três álbuns. Em 2018, gravou seu quarto disco, “Gismonti 70”, homenageando a obra de seu pai, com lançamento previsto para 2021.

Bianca Santos, mestranda em Música pela UNIRIO e licenciada pela USP, formou-se na Academia de Música da OSESP. Vencedora do Concurso SINOS Jovens Solistas do Festival Internacional de Música em Casa 2020, na categoria Trompete. Além de atuar em orquestras, grupos de música popular e regional, faz parte da Banda Despirocadas e é cofundadora e integrante do Quinteto Olympéa.

Bruna Duarte, formada em contrabaixo pela Unicamp, estudou na Escola Municipal de Música de São Paulo. Iniciou sua carreira aos 15 anos de idade e, desde então, já acompanhou artistas como Luana Bayô, Anná, Camila Trindade, Luedji Luna e Alfonsina (UY). Atuou nos musicais “Godspell” e “Elza”. Atualmente, além de cursar Produção Fonográfica pela Fatec Tatuí, é integrante das bandas Funmilayo Afrobeat Orquestra e ElasElis.

Bruno Henrique estudou piano erudito e popular com Fabiano Augusto e Leandro Manfredini. Em paralelo, estudou flauta transversal com a professora e instrumentista Joana Coelho e gaita diatônica com o professor, cantor e gaitista Marcelo Naves. Atua como professor de música, instrumentista e arranjador em diversos projetos na região do Vale do Paraíba.

Carol Deaf, musicista surda, atua como professora de música para pessoas surdas. Já deu aulas em alguns estados do Brasil e países como Londres e Estados Unidos. Atualmente é flautista dos grupos Deaf Beat e Batuqueiros do Silêncio.

Chico Correa produz trilhas sonoras para cinema e dança, além de desenvolver trabalhos de eletrônica ambiente e remixes. Já integrou os grupos Cabruêra, BaianaSystem e Totonho e os Cabra. Atualmente, conduz o Berra Boi, Surra de Rima e Seu Pereira e Coletivo 401.

Clarice Assad, pianista, vocalista, educadora e compositora indicada ao Grammy, já compôs obras para o Carnegie Hall, a Sociedade de Música de Câmara do Lincoln Center, a Orquestra Sinfônica de São Paulo, Chicago Sinfonietta, Boston Youth Orchestra, General Electric e Metropolis Ensemble, entre muitos outros. Seu programa de educação, Voxploration, foi apresentado nos Estados Unidos, Brasil, Europa e Qatar. Em 2021, lançou o álbum “ARCHETYPES”, com seu pai Sergio Assad e o grupo de percussão Third Coast Percussion.

Claudia Rivera é multiartista, musicista e ilustradora cubana, naturalizada brasileira. Sua expressão nas artes se dá por meio de piano, flauta, voz, composições, letras, pinturas e ilustrações. De formação musical erudita, migrou para a música popular ao se mudar para o Brasil, em 2010. Ao longo da sua carreira, tem se apresentado com grandes nomes da cena musical brasileira e cubana. Hoje, desenvolve seu trabalho autoral, misturando música cubana, brasileira e jazz.

Conrado Goys é guitarrista, violonista, produtor e arranjador, premiado pelo Prêmio da Música Brasileira, Prêmio Profissionais da Música e indicado ao Grammy Latino. Em mais de 20 anos, já trabalhou ao lado de grandes nomes, de Cauby Peixoto a Ivete Sangalo. Compôs trilhas sonoras para filmes de Carlos Alberto Riccelli, Cacau Rhoden e Julio Matos, e, recentemente, para montagens de textos de Priscila Gontijo e Koffi Kwahulé. Atualmente, trabalha em shows e gravações como músico, produtor e arranjador, além de compositor de trilhas para cinema, teatro e publicidade.

Cristiano Silva, de Araçatuba, estudou no Conservatório de Tatuí e é graduado e pós-graduando em Educação Musical. Escreveu o método para bateria “Independência na Condução”. Em 2002, ficou entre os cinco finalistas do concurso nacional de bateristas “Batuka! Brasil”. Com Daniel Freitas, idealizou o Duo Drums. Atualmente, trabalha como educador musical no Projeto Guri e integra o grupo de percussão experimental 12Mãos, convidado para participar do Festival Internacional de Cajon e Percussão de Lima, no Peru.

Daniel Freitas, músico há 23 anos, é graduado em Educação Musical, pós-graduado em Neurociência Clínica, professor de bateria e percussão, compositor, pesquisador, escritor, produtor cultural e educador do Polo Araçatuba Regional do Projeto Guri. Além de idealizar do Batucando, considerado o maior encontro de bateristas da América Latina, escreveu um método de cajón, inédito no Brasil, e um método de bateria. Dentre os principais projetos musicais em que esteve envolvido, estão Fast Fusion, Duo Drums, Grupo 12Mãos e Back to the Synthwave.

Danielly Dantas, natural de Cruzeta (RN), é mestre em Etnomusicologia e bacharel em Clarineta pela UFPB. Desenvolve trabalhos como educadora musical, compositora, produtora cultural e multi-instrumentista, transitando por diversos gêneros e formações musicais. Atualmente, além de cursar licenciatura em Saxofone pela UFPB, é professora de saxofone e clarinete na Escola Estadual de Música Anthenor Navarro (EEMAN-PB) e na Escola de Música D’alva Stella Nogueira Freire da UERN (EMDSNF-RN).

Debora Bittencourt, mestre em Ciências Sociais, desenvolve atividades no campo da educação e da gestão. É produtora e idealizadora da Orquestra Reggae de Cachoeira, projeto sociomusical formado por crianças e jovens, fundado em 2012, que reúne duas tradições marcantes do Recôncavo da Bahia: Filarmônica e Reggae.

Dudé Vocalista, músico há mais de 30 anos, é professor de canto popular, produtor artístico e executivo, ator e roteirista. Além de vocalista das bandas Dudé e A Máfia e Entidade Blues, é apresentador do canal “Inclusão Na Lata”, ao lado da jornalista Renata Lellis.

Eddu Porto é músico, cantor, compositor, agente cultural e um dos sócios fundadores da agência Let’s GIG – booking & music services, sendo responsável pela coordenação geral do booking. Foi integrante da banda ATR por uma década, totalizando mais de 450 apresentações e passagem por 22 estados brasileiros e oito países. Atualmente segue em carreira solo como cantor e compositor. Há 10 anos, também trabalha na realização do Festival CONTATO, em São Carlos (SP).

Elias Tetsuo Umakakeba é formado pelo Conservatório de Tatuí, em piano erudito e popular, e pela UFSCar, em Educação Musical. No piano erudito, possui especialização com Miriam Braga. Seus mestres foram Cláudio Borici, André Marques, Paulo Braga, Paulo Flores, Mário Campos, Renate Stephanes Soboll, Fábio Prado, entre outros.

Érica Sá é graduada em Instrumento/Percussão pela UFBA e mestre pela UFMG, com especialização no Conservatório Superior de Música de Estrasburgo (França). Integrou o naipe de percussão da Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo, atuando como solista entre 2017 e 2018. Atualmente é professora do projeto Neojiba.

Érica Silva é instrumentista, professora, arranjadora e produtora musical. É licenciada em Música pela Faculdade de Artes do Paraná (UNESPAR) e em Harmonia Funcional pelo Conservatório de MPB de Curitiba. Em 2018, comandou a produção musical do primeiro álbum da Mulamba, banda da qual é guitarrista. É integrante também dos grupos Sincopé e Iskundum, além de acompanhar diversos outros artistas.

Esther Fietz é violoncelista e, atualmente, reside em São Luiz do Paraitinga (SP), onde desenvolve trabalhos de música popular junto aos grupos Sianinhas e Despirocadas. É educadora de cordas graves friccionadas no Projeto Guri e já atuou em corpos artísticos como Orquestra Sinfônica de São José dos Campos, Orquestra Experimental de Repertório do Theatro Municipal de São Paulo, Orquestra Sinfônica Jovem de Atibaia e Orquestra Sinfônica Jovem de Taubaté.

Felipe Deleon é saxofonista, flautista e arranjador. Estudou Saxofone no Conservatório de Tatuí e Educação Musical na UNIMES. Participou como aluno bolsista do Festival de MPB – Painel Instrumental, tocando na big band do festival, com regência de Rodrigo Ursaia e Rafael Rocha, respectivamente nas edições de 2013 e 2014. Atualmente, além de professor de saxofone no Projeto Guri, faz parte da Banda Municipal Bruno Zago, em Araçatuba.

Felipe Guedes, de Salvador (BA), é produtor, arranjador e multi-instrumentista, premiado três vezes no Festival de Música Educadora FM.

Felipe Monteiro, professor de música há mais de 29 anos, é especialista em Tradução Audiovisual Acessível, com foco em audiodescrição, pela Universidade Estadual do Ceará, e mestrando em Educação, Cultura e Comunicação em Periferias Urbanas pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Autor de quatro livros sobre a pessoa com deficiência visual, acessibilidade, música e audiodescrição.

Felipe Moreira é formado pela Escola Municipal de Artes Maestro Fêgo Camargo, de Taubaté, e, atualmente, estuda na Escola Municipal de Música de São Paulo. É músico da Orquestra Sinfônica Jovem de Taubaté e chefe de naipe da Banda Sinfônica de Taubaté, atuando como flautista. Também desenvolve seu projeto regional de choro, intitulado Sabiás da Mantiqueira.

Fernanda Ventura, atriz há quase 30 anos, atuou no espetáculo “The Woman Box”, no Zimbábue, no filme “Tapete Vermelho”, de Luiz Alberto Pereira, e nos musicais “Os Boêmios de Adoniran” e “Dona Ivone Lara – Um Sorriso Negro”. É apresentadora de projetos como Abrasce Lab e do festival de blues Tales from the Blues Vegas.

Fi Maróstica, contrabaixista, já participou de mais de 60 discos ao longo de sua carreira e vem se destacando como arranjador e produtor musical. Em 2018, se apresentou com a OCAM na Sala São Paulo, ao lado de Gilberto Gil e Carminho, no concerto “Letras de Luz”, tendo assinado também dois arranjos feitos especialmente para a ocasião. Leciona na Escola de Música do Auditório Ibirapuera e rege a orquestra Obinha.

Flávia Santos é produtora cultural, DJ e colecionadora de discos de vinil. Desde 2017, ao lado de João Gabriel Avanso, é gestora do Espaço Cultural Oficina de Macacos, referência na cena independente da região de Araçatuba. O local, idealizado e estruturado para aproximar público e artistas, realiza atividades de artes integradas e entretenimento.

Flávio Santos, multi-instrumentista, desenvolve atividades no campo da educação e produção musical. É maestro e idealizador da Orquestra Reggae de Cachoeira, projeto sociomusical formado por crianças e jovens, fundado em 2012, que reúne duas tradições marcantes do Recôncavo da Bahia: Filarmônica e Reggae.

Gabriela Terra Deptulski é produtora musical, multi-instrumentista e compositora. É idealizadora da banda My Magical Glowing Lens, que, em 2017, lançou o disco “Cosmos”, eleito por diversas mídias especializadas como um dos melhores do ano. Trabalhou como produtora musical no disco “A Hora Dourada”, do duo A Transe; fez a trilha sonora original do espetáculo “Pedra”, de Ivna Messina; e produziu a trilha original do documentário “Território do Desprazer”, de Maíra Tristão e Mirela Marin.

Gaia Wilmer, saxofonista, compositora, arranjadora e produtora musical, atualmente se divide entre o Brasil e os Estados Unidos. Vem se destacando no cenário do jazz contemporâneo e da música instrumental brasileira com trabalhos autorais que transitam entre o jazz, a música brasileira, a improvisação livre e elementos da música erudita, com uma linguagem única e criativa.

Geovanna Leite é atriz, artista, cofundadora da C.I.A.3 de teatro, cantora sazonal e praticante da poesia falada. Foi apresentadora de eventos como CORPOS – Festival de Dança e, em 2020, da primeira Parada LGBTQIA+ de Araçatuba.

Gisele Pilz cursou um ano de Flauta Transversal na Escola Municipal de Artes Maestro Fêgo Camargo e, atualmente, faz licenciatura em Música na Universidade de Taubaté (UNITAU). Participou de oficinas e cursos com mestres como Amarildo da Hora, Humberto Junqueira, Toninho Carrasqueira, Andrea Ernest e Fernanda Pairol. Atua como educadora musical e flautista em diversos grupos da região, tais como Banda Lira Padre Anchieta, Trio de Vento, além das cantoras Elizabeth Menezes (SP) e Karina Braz ( RJ).

Guga Stroeter é músico, produtor cultural e escritor paulistano. Dedica sua vida a tocar o instrumento vibrafone, dirigir e produzir diversos projetos artístico-culturais e a escrever e publicar artigos e críticas musicais. É fundador do premiado quinteto de jazz Nouvelle Cuisine e, desde 1988, diretor da big band Heartbreakers. Foi diretor artístico da série “Memória do Samba Paulista”, uma coleção de 12 discos voltados para as velhas-guardas das escolas de samba da cidade. Lançou, em 2020, o pôster e o livro “Uma Árvore da Música Brasileira” (Edições Sesc).

Guirraiz é natural de João Pessoa (PB) e trabalha com música desde 2007. É campeão da batalha de DJs DMC Brasil Nordeste. Já acompanhou diversos músicos em shows pelo Brasil e passou por festivais, workshops, oficinas e disciplinas de graduação. Atualmente faz parte do coletivo Ferve e desenvolve o selo Oré Música.

Gustavo Bonin atua como compositor e intérprete (clarinete), explorando as potencialidades de interação da linguagem musical contemporânea com outras linguagens artísticas. Integra o Coletivo Capim Novo, grupo de compositores, intérpretes e artistas que desenvolvem pesquisa, criação e prática em música e arte contemporânea.

Henrique Albino, músico da nova geração pernambucana, é compositor, arranjador, multi-instrumentista, educador, pesquisador e produtor musical. Participa ativamente de produções de artistas locais, nacionais e internacionais, como Elza Soares, Elba Ramalho, Orquestra Contemporânea, Amaro Freitas, Orquestra Frevo do Mundo, Kastrup, Spok Frevo Orquestra, Ensamble Chancho a Cuerda (Argentina), Conexão Berlim (Alemanha), entre outros. Atualmente, está em processo de finalização de seus primeiros trabalhos gravados como band leader, com a Banda de Pífanos de Caruaru, Henrique Albino e Grupo e o duo com Surama Ramos.

Ivana Gaya é uma multiartista soteropolitana que canta, compõe, interpreta, dirige e produz. Sua obra contempla ancestralidade e contemporaneidade, principalmente na música. Em 2020, lançou o EP “Magia Negra”. Vem se consolidando na cena independente e tem navegado na produção musical conectando a estética dos beats e programações e da música eletrônica aos ritmos afro-brasileiros e forjados nas periferias sociais.

Janara Lopes, diretora de criação e curadora, foi idealizadora da IdeaFixa. Colaborou na criação de times e projetos criativos para algumas das maiores marcas do Brasil e do mundo, como Havaianas, Adidas, Facebook, Itaú, Netflix, entre outras. Nos últimos 15 anos, comandou a criação de conteúdo dos canais IdeaFixa, como pesquisadora e editora. Atualmente, é partner na Phonogram.me, o primeiro marketplace de NFT de música brasileira.

Joana Coelho, flautista natural de Taubaté e neta do mestre Afonso Pinto, cresceu vivenciando a cultura Luizense. Ao longo de sua carreira já atuou em orquestra, bandas musicais, fanfarras e gravações. Hoje, além de se apresentar com vários artistas do Vale do Paraíba em projetos voltados à música regional, ao choro e ao samba, faz parte da banda Despirocadas e da Banda Sinfônica de Taubaté, que já se apresentou na Alemanha, Dinamarca e Estados Unidos.

João Gaspar é educador musical no Projeto Guri, integrante do Grupo Paranga (São Luiz do Paraitinga), além de músico e produtor de Gabriel Sater. Participou, como músico, de dezenas de CDs, DVDs, EPs e singles, produziu diversos álbuns, além de trilhas sonoras para novelas, filmes e documentários, atuando com grandes nomes da música brasileira. Em 2013, lançou seu primeiro disco solo, intitulado “A Dança do Paraitinga”.

João Oliveira é cantor, compositor, multi-instrumentista, arranjador e produtor musical. Participou de importantes festivais na Europa e na África. Atua tanto em shows quanto em gravações, tendo trabalhado com diversos artistas nacionais e internacionais, como Renato Teixeira, Benjamim Taubkin, Chico Teixeira, Xuxa Levy, Adriana Deffenti, Joyce Candido, Tal Ben Ari (Playing for Change) e Mú Mbana. Lançou os álbuns “Alvorada Segura” (2009), “Djumbai” (2012) e “Perto o Longe Está” (2015).

Jordi Amorim é guitarrista, baixista, arranjador e pesquisador baiano da nova geração. Aos 25 anos, traz no currículo a produção de trabalhos de artistas emergentes do cenário, como Isa Meirelles, Iane Gonzaga, Lucas Gerbazi, entre outros. Como instrumentista, integrou a banda Timbalada, se apresentou com a Orkestra Rumpilezz, a cantora Rosa Passos e com a Geléia Solar, banda base da Jam no MAM, em Salvador. É mestrando do PROMUS da UFRJ.

Jota P. começou a estudar saxofone aos 9 anos de idade e, aos 12, já tocava profissionalmente. É integrante dos grupos Entrevero Instrumental, Louise Woolley Sexteto, Reteté Big Band, Gian Correa Remistura 7, Marco Lobo, Filó Machado, Vintena Brasileira, Hermeto Pascoal & Grupo e Hermeto Pascoal & Big Band. Trabalhou como professor no Conservatório de Tatuí, EMESP Tom Jobim, Festival Choro & Jazz Jericoacoara, Festival de Música de Ourinhos e XXIX FIMUPA. Lançou os álbuns “Jota P.” (2011) e “Em Ritmo de Mudança” (2014).

Jorge Ceruto, maestro, trompetista, compositor, arranjador e produtor musical, é cubano e mora no Brasil há 23 anos. Coleciona trabalhos com grandes nomes da música, como Carlinhos Brown, Zeca Baleiro, Itacyr Bocatto, André Abujamra, João Donato, Marcia Castro, Funk Como Le Gusta, The Temptations, Alex Siqueira e Lincoln Olivetti. Desde 2013 em carreira solo, lançou seu segundo álbum em 2021, “Mambo Que Sambo Vol. 2”.

Jotagê Alves é bacharel em clarinete e saxofone. Já se apresentou em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Espírito Santo, Tocantins e Canadá, atuou em várias orquestras e participou de mais de 100 gravações de discos. Em 1997, lançou seu primeiro álbum, “MUMBABA”. Em 2004, foi premiado como Melhor Instrumentista no Festival Curitiba no Choro. No Conservatório Municipal de Guarulhos, é professor titular de Saxofone Erudito e Popular e coordenador do Projeto Roda de Choro. Atualmente, é também coordenador artístico pedagógico do Projeto Guri.

Jubileu Filho é multi-instrumentista virtuose, arranjador, produtor e diretor musical. Hoje, além de sua reconhecida atuação na música instrumental, lidera projetos de grande sucesso em Natal (RN), como as bandas Perfume de Gardênia e Fobica do Jubila.

Júlio Mouro é guitarrista, compositor, arranjador e professor. Estudou MPB/JAZZ no Conservatório de Tatuí. Em 1999, foi primeiro lugar no Cascavel Jazz Festival. Participou da primeira edição do MIA – Festival de Música Instrumental, com o JAZZA4. Integrou a Orquestra CVE e a Orquestra Reunidas/Alameda.

Júnior Guimarães é multiartista e produtor audiovisual, reconhecido por seu projeto humorístico “Tapa Olho Experimental”, que retrata e valoriza o Vale do Paraíba, usando seus personagens, sotaques e tradições. Com mais de 70 mil seguidores, é considerado um dos primeiros influenciadores digitais da região no Instagram.

Kleber Moreira, percussionista e baterista, é mestre regente da Nação Zambêracatu. Participou da Orquestra Sinfônica do Estado do Rio Grande do Norte, da SESI Big Band e já acompanhou vários artistas locais e nacionais em shows e gravações. Foi professor substituto de percussão na Universidade Federal do Rio Grande do Norte e, atualmente, é professor de percussão e bateria do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE, Campus Canindé).

Lena Papini, baixista autodidata, iniciou sua carreira profissional aos 17 anos. Já se apresentou em festivais como Rock in Rio, João Rock, Lollapalooza e Porão do Rock. Fez parte das bandas A Banca, Bula e Urbana Legion. Atua como “sidebass” em gravações de estúdio e shows, com bandas como Francisco el Hombre, Mulamba, Malu Magri, Cali, Vespas Mandarinas, Supercombo, entre outras. Integra o time do programa “Samantha Canta”, de Samantha Schmutz, no Canal Bis, há duas temporadas.

Lenynha Oliveira é percussionista, educadora musical e empresária. Como instrumentista, já tocou com Daniela Mercury, Cláudia Leitte, Riachão, Ellen Oléria, Luedji Luna, Jammil, Baile do Bem (com Wilson Simoninha, Margareth Menezes e Sandra de Sá) e Bolacha Maria, grupo criado por Carlinhos Brown. Participou do documentário do Clube da Esquina, com Milton Nascimento. É idealizadora do grupo percussivo performático Trietá, da Oficina de Percussão Baiana e do bloco Tabuleiro.

Letieres Leite é músico, arranjador e educador. Fundou a Academia de Música da Bahia, em Salvador, e idealizou o Instituto Rumpilezz, que agrega os projetos Letieres Leite e Orkestra Rumpilezz, Letieres Leite Quinteto e Coletivo Rumpilezzinho. Apresentando seu método de ensino da música de matriz afro-baiana, Universo Percussivo Baiano (UPB), Letieres tem percorrido o mundo. Dedicado ao UPB, é também diretor pedagógico do “Rumpilezzinho | Laboratório Musical de Jovens”, coordenador artístico-pedagógico do Programa de Qualificação em Música do Centro de Formação em Artes da FUNCEB/SecultBA, e consultor de Arte e Educação do projeto “Arte no Currículo”, do município de Salvador.

Lívia Mattos é acordeonista, cantautora, socióloga e performer. Após muitos anos circulando como instrumentista de artistas como Chico César, Rosa Passos, Badi Assad e Orquestra Sinfônica da Bahia, lançou seu primeiro álbum autoral, “Vinha da Ida”. Em 2017, foi selecionada para o programa Onebeat, da Found Sound Nation, por meio do qual realizou residência e turnê pelos Estados Unidos. Já foi contemplada pelos editais Natura Musical, Rumos Itaú Cultural e Circuito SESI. Seu trabalho transita por criações da dança, do circo, do audiovisual e do teatro. Atualmente, está dirigindo um documentário sobre a música no circo no Brasil.

Lucas Pezão, tubista, é ex-aluno de Marcos dos Anjos, graduado em Música e pós-graduando em Regência. Foi cabo músico do CAVEX por oito anos e, desde 2007, é músico da Orquestra Sinfônica Jovem de Taubaté e da Banda Sinfônica de Taubaté. Faz parte da banda RudeDog SKA Ensemble. Atualmente, é educador de metais do Projeto Guri e regente da Fanfarra Municipal de Taubaté.

Luis Chamis, pianista, já tocou com nomes como João Donato, Chico Pinheiro, Daniel D’Alcantara, entre outros. Possui dois álbuns autorais lançados em 2020, “Oluá Poãs”, com o quarteto Motirõ, e “Quarteto Empírico”, com o grupo homônimo que conta com o guitarrista Michel Leme.

Macaxeira Acioli é músico e arte-educador paraibano, nascido em Campina Grande. Já circulou por mais de 17 países da América do Sul e Europa, com Hypnotic Brass Ensemble (EUA), Cabruêra e Muntchako. Formado em Música Popular pela UFPB, produz conteúdo percussivo para o Loopforyou Corporation – Earth Music Agency (Londres).

Maestro Forró, músico, compositor e arranjador, é idealizador da Orquestra Popular da Bomba do Hemetério. Comanda a série de TV “Andante”, que atualmente conta com duas temporadas, gravadas em Cuba e no Leste Europeu. Já foi agraciado com importantes honrarias culturais do Pernambuco e do Brasil. Em 2016, foi um dos homenageados do Carnaval do Recife, e, em 2017, tornou-se imortal na Academia Pernambucana de Música.

Makuin é letrista, multi-instrumentista e produtor musical, com formação que vai do hip hop ao samba-jazz. Já esteve à frente de grupos de funk soul, samba rock, samba raiz e chorinho.

Malka Julieta atua como DJ, produtora musical, pianista, guitarrista, cantora, compositora, violonista, produtora cultural e educadora. Em seu trabalho, vem estabelecendo novas e consistentes parcerias com importantes nomes da cena transvestigênere, feminina e queer.

Manu Zambon é jornalista, com experiência de 14 anos na área. Atualmente, cobre a área de cultura no site Hojemais Araçatuba, onde também atua em outras editorias e integra o grupo societário da empresa. Além do site, trabalhou em outros veículos regionais de grande alcance.

Mari Santana é flautista, cantora, compositora, arte-educadora, aprendiz, brincante e tem sua música alicerçada na cultura negra nordestina. Artista da periferia de João Pessoa (PB), é bacharel em Música e mestre em Etnomusicologia pela UFPB, com atuação em diversas formações na cena artística da Paraíba e do Nordeste.

Maria Beraldo é compositora, produtora, cantora, clarinetista e guitarrista. É mestre e bacharel em Música Popular pela Unicamp. Em 2018, lançou seu primeiro álbum solo, “CAVALA”, que lhe rendeu indicações aos prêmios APCA, Multishow, SIM São Paulo e WME, no qual ganhou como Melhor Instrumentista.  Foi indicada ao Prêmio Shell de Teatro pela direção musical e arranjos do musical “Lázarus”, de David Bowie e Enda Walsh, dirigido por Felipe Hirsch. Compôs a trilha sonora do curta-metragem “Céu de Agosto”, de Jasmin Tenucci, que recebeu menção honrosa no Festival de Cannes 2021. Trabalha com Arrigo Barnabé, Quartabê, Bolerinho e colabora com vários nomes da cena musical paulistana.

Mere Oliveira é professora de Canto, bacharel em Comunicação Social, licenciada em Música e pós-graduada em Canto. Faz parte da comissão diretora do coletivo Ubuntu Brasileiro, coordena o Sistema de Corais do Município de Taubaté, dirige o Ópera Studio do Vale e coordena o curso de pós-graduação em Canto da Alpha-Facec de Vitória (ES). Mezzo-soprano, interpretou a personagem Carmen, da ópera de Bizet, por 38 vezes.

Michel Cruz é fundador e idealizador do Bangue Estúdio, onde, há oito anos, atua como produtor musical e cultural. Por lá, passam artistas regionais e nacionais em produções e eventos voltados para a música autoral. Em 2020, o estúdio se transformou em Bangue Records, selo musical independente que já conta com mais de 10 bandas e artistas. Como guitarrista, já integrou e lançou discos com bandas da região de Taubaté, como Lunática e Moviola. Atualmente, participa também dos projetos Rude Dog Ska Ensemble, O Campo, Gustavo Dread e Solana Stars.

Nancy Silva é gestora de projetos culturais com 14 anos de experiência no mercado da música. Além de podcaster no “Desafinados Podcast”, atua como produtora de conteúdo para agências de publicidade e marketing. Como booker, representou e organizou turnês e projetos para artistas como Rodrigo Amarante, Tiê, Céu, Badi Assad, Barbatuques, As Baías, Craca e Dani Nega, Edgar, entre outros.

Osvaldo Martins ​já participou de trabalhos com Paulo Moura, Carlos Poiares e Orquestra de Sopros de Tatuí, regida pelo maestro Dario Sotelo. Ficou em primeiro lugar no 2º Encontro Nacional de Bateristas, em 1999, no Cascavel Jazz Festival. ​Como integrante da Orquestra Villa-Lobos, tocou no musical “La La Land in Concert” e em eventos com Alok, Zeeba e Danilo Caymmi.

Patricia Palumbo é radialista, caiçara, mãe e marinheira. Premiada três vezes por seu trabalho em rádio pela APCA, apresenta desde 1998 o programa “Vozes do Brasil”, no ar em todo o país. Sua vivência em rádio permitiu realizar o projeto da Rádio Vozes. Apresenta o Instrumental Sesc Brasil há mais 20 anos, faz curadoria e consultoria musical para a TV Cultura, a Casa Brasileira e o Itaú Cultural, e, agora, comanda seu podcast “Peixe Voador”.

Pedro Antunes, ou “Pô Antunes”, é jornalista, apresentador, curador e crítico de música e cultura pop desde 2010. Escreveu no Jornal da Tarde, Estadão e foi editor-chefe da Rolling Stone Brasil. Atualmente, é colunista de música do UOL e integrante do Superjúri do Prêmio Multishow. Faz mini-análises de álbuns no programa “Tem um Gato na Minha Vitrola”, em seu perfil no Instagram.

Rafinha Corrêa é taubateano, compositor, cantor e psicólogo. Já teve músicas regravadas por Cláudia Leitte, Renato Teixeira, Luciano Camargo, entre outros. Possui mais de 50 milhões de visualizações na internet, com músicas temáticas que o levaram para o Brasil todo, inclusive para o último Programa do Jô.

Raquel Aranha, violinista, bandolinista, produtora e pesquisadora, é doutora em Música. Formada em Violino Barroco pelo Conservatório Real de Haia, na Holanda, fez parte de projetos de orquestras no Brasil e no exterior. Como bandolinista, desde 2006 frequenta o Clube do Choro Pixinguinha, em São José dos Campos. Estudou na Oficina de Música de Curitiba, foi aluna da Escola Portátil de Música e participou de três edições da Semana Seu Geraldo. Desde 2016, produz o Festival de Choro Pixinguinha no Vale.

Rieg Rodig é multi-instrumentista, videomaker e VJ. Há mais de 10 anos compõe o cenário independente da produção cultural paraibana, principalmente por meio do núcleo criativo BBS, ao lado de BigJesi. Atualmente, dedica-se ao projeto de rock eletrônico e trip-hop Rieg, à dupla de música eletrônica experimental “D_M_G” e ao seu trabalho solo, sob o pseudônimo riegulate. Em 2020, lançou o álbum “Jupiter” (selo HominiCandidae Rec).

Robson Couto, natural de Tremembé, há mais de 20 anos trabalha com produção de eventos, produção executiva, técnica, agenciamento artístico de bandas locais e companhias de teatro, além de atuar como baterista de inúmeros projetos do Vale do Paraíba. É agente d’O Jardim Cultural, espaço taubateano de entretenimento gastronômico, musical, artístico e cultural.

Rosa Garbin é formada em Música Erudita e Popular pelo Conservatório de Tatuí. Já se apresentou ao lado de Raul de Souza, Vittor Santos, Nailor Proveta, Eduardo Araújo, Gilson Peranzzeta, Mauro Senise, Adam Rapa, Rex Richardson, Danilo Caymmi, Paulo Miklos, Choro das 3, Noneto de Casa, Jazzmin’s Big Band e Hermeto Pascoal & Big Band. Participou do programa “Sinfonia Fina”, da TV Cultura, interpretando a canção “As Rosas Não Falam”, de Cartola.

Sintia Piccin é saxofonista, arranjadora e compositora. Foi aluna e professora no Conservatório de Tatuí. Em 2019, lançou seu primeiro trabalho autoral, “Freedom of Mind”, que lhe rendeu indicação à categoria de Melhor Instrumentista no WME Awards. Já acompanhou e gravou com inúmeros artistas e, atualmente, integra as bandas de Tássia Reis e Chico César.

Suzete Santos, natural de Cruzeta (RN), é bacharel em Saxofone pela UFRN. Foi a primeira mulher formada pela Banda Filarmônica de Cruzeta. Participou dos quartetos de saxofone RNSAX, POTIGUASAX e do octeto Bando de Sax. Em 2021, realizou o projeto digital “Chorões Seridoenses” e lançou seu primeiro EP, intitulado “Raízes Seridoenses”. Atua como instrumentista e professora de saxofone e flauta doce.

Talita Rustichelli é cantora, jornalista e produtora cultural. Atuou no jornalismo diário, no segmento cultural, por seis anos e, atualmente, divide-se entre os próprios projetos de música e as atividades de sua empresa Dita Paula – Comunicação e Cultura. Em 2014, lançou o álbum “Tudo é Bom”. É autora e produtora de projetos realizados por meio de instituições como Oficinas Culturais, Sesc São Paulo, Sesi-SP e Secretaria Municipal de Cultura de Araçatuba.

Thaís Bezerra é doutoranda em Educação Musical (UFRJ), mestra em Ensino de Práticas Musicais (UNIRIO) e especialista ORFF Schulwerk (Califórnia, EUA). Cofundadora e maestrina do Multibloco e cogestora e maestrina do Bloco da Terreirada Cearense. Esteve como “Spring Artist in Residence” no SambaFunk (Califórnia), regendo no Carnaval San Francisco e Oakland Carnival. É autora do livro “Tá no Batuque: o Ensino de Instrumentos de Percussão para Bloco de Carnaval” (2018).

Tiago Nunes é músico percussionista há mais de 10 anos. Já dividiu palco com artistas nacionais e internacionais, como Seu Jorge, Margareth Menezes, Saulo Fernandes, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Lenine e Joshua Redman. Integra a banda de Bell Marques e é músico da Orkestra Rumpilezz. Gravou faixas e álbuns de artistas como Maria Bethânia, AnaVitória, Lenine e Gilsons. Também atua como produtor musical.

Tony Aiex é fundador e editor-chefe do site “Tenho Mais Discos Que Amigos!”. Desde sua criação, em 2009, o TMDQA! tornou-se um dos maiores portais de notícias de entretenimento do país. Aiex já traduziu biografias de músicos, mediou paineis em eventos como CCXP, SIM São Paulo, CoMA e MARTE Festival; produziu eventos ligados ao site, como shows em São Paulo e um festival em Brasília, além de ter idealizado um festival on-line, em parceria com a Vans, em 2020.

Urânia Munzanzu é cineasta, poeta, mestra em Antropologia e jornalista. Iniciou sua trajetória no Grupo Cultural Olodum, produzindo o FEMADUM – Festival de Música e Artes do Olodum. Foi cofundadora da Didá Escola de Música, projeto que abriu horizontes musicais para mulheres negras de Salvador. Roteirista e diretora de “Orquestra”, assistente de direção e produtora na série musical “Afroroutes”, e assistente de direção de “Maestrina da Favela”. Foi a primeira cineasta negra e brasileira a dirigir um filme no continente africano (“Merê”). Em 2021, lançará o longa-metragem “O Primeiro Beijo”, em coprodução com Lázaro Ramos.

Vanessa Ferreira, contrabaixista, desenvolve seu trabalho tendo como base o jazz, a música brasileira e a música instrumental autoral. É cofundadora da Orquestra Laboratório Bastet, que investiga as diversas formas de improvisação livre oriundas da diáspora negra, e integra a equipe de organizadores do Tiquatira Jazz Festival, que divulga a música instrumental autoral na região da Zona Leste de São Paulo.

Vanessa Melo, graduanda em clarinete pela UFBA, iniciou seus estudos musicais na Sociedade Filarmônica Oficina de Frevos e Dobrados. Foi premiada na categoria Revelação Feminina do Festival Nacional de Forró de Itaúnas. Ministrou workshops de música afro-baiana nos festivais Ethno Germany (Alemanha) e Ethno Flanders (Bélgica). Em 2019, foi artista convidada pelo Sonora Brasil, do Sesc, para realizar turnê nacional com o grupo Líricas Negras. Atualmente, é integrante do Rumpilezzinho.

Viviane Nukamoto, guitarrista, participou do festival Imagine Brazil, Festival Internacional de Música de Londrina e conquistou o primeiro lugar no Concurso de Composição Musical do Projeto Guri. Além de educadora de violão no Projeto Guri, é professora de guitarra, violão e ukulelê no Instituto Musical Paulo Laranjeira e no Ateliê Juliana Romão. No MIA 2019, foi convidada para integrar a banda composta por mulheres instrumentistas da região de Araçatuba, dirigida por Gaia Wilmer.

Walter Nazário é produtor musical independente, professor e historiador formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Suas experiências sonoras já se transformaram em seis álbuns solo, trilhas para cinema, além de espetáculos de teatro e dança. Atua também como músico e/ou produtor dos projetos Mahmed, Igapó de Almas, Luísa e os Alquimistas, Potyguara Bardo, Esquizophanque, Ópera Loki, Bex, Mardub, Boe.Khalil, Ian the Kid e Kung Fu Johnny.

Yzalú é cantora, rapper, compositora, intérprete e violonista. Com 16 anos de carreira, lançou seu premiado primeiro álbum, “Minha Bossa é Treta”, considerado um dos melhores do ano por sites especializados. Faz de sua deficiência física uma ferramenta artística dentro da música. É proprietária da Nave Maria Produções Artísticas, cujo principal objetivo é descobrir, potencializar e produzir artistas independentes.

 

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