IGUAPE – 2019

Em junho de 2019, com a cocuradoria de Bianca Santana, sob o tema “Futuro, Lugar e Memória”, o Festival apresentou os shows de Luedji Luna e Nação Zumbi, e realizou conversas com Conceição Evaristo, Geovani Martins, Russo Passapusso, Zezé Motta, Ana Maria Gonçalves, Deborah Dornellas, Deivid Domênico, Marcelino Freire, Nega Duda, Timóteo Verá Tupã Popyguá, Angélica Freitas, Cidinha da Silva, Eda Nagayama, Júlio Cesar da Costa, Islene Motta, Luciana Bento e Maria Mazzarello. No Ponto do Livro, houve pronto atendimento literário do Centro de Apoio ao Escritor da Casa das Rosas, sessões de autógrafos com Conceição Evaristo e lançamentos de livros de: Deborah Dornellas, com “Por Cima do Mar” (Editora Patuá); Janine Rodrigues, com “Onde está o Bóris?” (Editora Piraporiando); Eda Nagayama, com “Yaser” (Ateliê Editorial); Cidinha da Silva, com “Kuami”, “Exuzilhar” e “Pra Começar”; Timóteo Verá Tupã Popyguá, com “Yvyrupa – A Terra Uma Só” (Editora Hedra); e da regional Editora Inteligência, com Arlindo Ferreira (“Causos Cubatenses”), Eliana Novaes (“Como se fosse Dezembro”), Fátima Cristina Pires (“Ariú”) e Márcio Miorim (“O livro dos Dias”). Na Praça da Basílica, o Samba de Roda Nega Duda evocou memórias de sambadeiras e sambadores do Recôncavo Baiano, e Mel Duarte conduziu o FLISARAU. Ainda nesta edição, a plataforma itinerante teve duas frentes:

  • Escolar, com Renan Inquérito realizando o sarau Parada Poética em três escolas públicas estaduais, para público de mais de mil adolescentes; e com a circulação da oficina Brincando de Escritor por oito escolas públicas municipais, envolvendo mais de 400 crianças de 7 a 12 anos.
  • Regional, composta por oficinas de criação literária coordenadas pelas escritoras Angélica Freitas, Cidinha da Silva e Eda Nagayama, cujo resultado foi a publicação do livro Futuro e Memória – Escrevivências do Vale do Ribeira, obra que reúne textos de escritores/participantes de Cajati, Cananéia, Eldorado, Iguape, Itaoca, Registro e Ribeira.

E, mais uma vez, o FLI potencializou o espaço da Biblioteca Pública Municipal, por meio de parceria com a SP Leituras – Organização Social de Cultura, com a realização de contação de histórias da Cia. Ih, Contei!.

Até sua sétima edição, o Festival aconteceu em três espaços-referência do município: Biblioteca Pública Municipal, com contação de histórias; Museu Histórico, com debates do FLI Paralelo; e Praça da Basílica, no Centro Histórico, espaço que recebe as tendas Território da Palavra – ponto de encontro e tradução do tema de cada edição, por meio de conversas, saraus e espetáculos, destinado à programação central do Festival – e Ponto do Livro – estande de mediação de leitura, troca, venda e lançamentos de livros, mesas de autógrafos e encontro com autores, editoras e convidados do Festival.

 

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