FLI INDICA

Loja virtual do SisEB

Ferramenta de apoio à atualização e renovação de acervos das bibliotecas integrantes do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo. A plataforma oferece acesso ao catálogo atualizado para montagem de kit com itens de preferência das bibliotecas, ou escolha do combo sugerido pela equipe da SP Leituras. Semestralmente, cada equipamento com cadastro atualizado na plataforma Bibliotecas Paulistas pode requerer 200 itens, incluindo livros, CDs, DVDs, revistas e outras publicações. Tudo isso de forma gratuita. Dúvidas e maiores informações: siseb.sp.gov.br/doacao-de-acervo/ / siseb@spleituras.org

 

A boca da noite, de Cristino Wapichana (Zit, 2016).

 

A cadeira mágica, de Telma Cunha (Editora Paka-Tatu, 2017).

 

A dívida impagável, de Denise Ferreira da Silva (Oficina de Imaginação Política e Living Commons, 2019).

 

A terra dos mil povos, de Kaká Werá (Peirópolis, 2020).

 

Água de barrela, de Eliana Alves Cruz (Malê, 2016).

 

Anão ser, de Giovanni Venturini (Selo do Burro, 2015).

 

Antologia LGBT, organizado por Helder Thiago Maia (2021).

 

Antônio descobre Veredas, de Deborah Goldemberg (Editora Biruta, 2014).

 

Autoescrituras performativas: do diário à cena, de Janaina Leite (Editora Perspectiva).

 

Carolina: uma biografia, de Tom Farias (Malê, 2018).

 

Colorismo, de Alessandra Devulsky (Jandaíra, 2021).

 

Como se fosse dezembro, de Eliana Novaes (Editora Inteligência, 2016).

 

Continuo preta: a vida de Sueli Carneiro, de Bianca Santana (Companhia das Letras, 2021).

 

Dezcontos à vista e poemas com juros de amor, de Giovana Neves (Editora Inteligência, 2021).

 

Duologia Brasil 2408 – (In)Verdades, de Lu Ain-Zaila (2016).

 

Duologia Brasil 2408 – (R)Evolução, de Lu Ain-Zaila (2017).

 

E se eu fosse puta, de Amara Moira (hoo editora, 2016).

 

Eles: contos, de Vagner Amaro (Malê, 2018).

 

Então você quer escrever personagens trans?, de Diana Salu.

 

Ética e cultura, organizado por Danilo Santos de Miranda (Edições Sesc São Paulo, Editora Perspectiva, 2011).

 

Eu sou macuxi e outras histórias, de Julie Dorrico (Caos e Letras, 2019).

 

ex/orbitâncias: os caminhos da deserção de gênero, de abigail Campos Leal (Glac Edições, 2021).

 

Explosão feminista: arte, cultura, política e universidade, organizado por Heloísa Buarque de Holanda (Companhia das Letras, 2018).

 

Exuzilhar: melhores crônicas de Cidinha da Silva Vol. 1, de Cidinha da Silva (Kuanza Produções, 2018).

 

gasolina & fósforo – meu corpo em chamas, de Jéssica Balbino (no prelo).

 

História do Movimento LGBT, organizado por Renan Quinalha e James N. Green (Alameda, 2018).

 

Idílios, de Deborah Goldemberg (Editora Riacho, 2019).

 

Iguape, princesa do litoral, organizado por Carlos Alberto Pereira Júnior (Noovha América Editora, 2005).

 

leve sua culpa branca pra terapia, de tatiana nascimento (n-1, 2019)

 

lundu,, de tatiana nascimento (padê, 2016).

 

Makunaimã: o mito através do tempo, de Deborah Goldemberg (Editora Elefante, 2019).

 

Monstrans: experimentando horrormônios, de Lino Arruda (Itaú Rumos, 2021).

 

Minha carne: diário de uma prisão, de Preta Ferreira (Boitempo, 2021).

 

Nada digo de ti, que em ti não veja, de Eliana Alves Cruz (Editora Pallas, 2020).

 

Não vão nos matar agora, de Jota Mombaça (Cobogó, 2021).

 

O black power de Akin, de Kiusam de Oliveira (Editora de Cultura, 2020).

 

O cão e o curumim, de Cristino Wapichana (Editora Melhoramentos, 2018).

 

O crime do cais do Valongo, de Eliana Alves Cruz (Malê, 2016).

 

O lugar do Lugar no ensino de geografia: um estudo em escolas públicas do Vale do Ribeira-SP, de Lisângela Kati do Nascimento (2012).

 

Ó paí, prezada! Racismo e sexismo tomando bonde nas penitenciárias femininas de Salvador, de Carla Akotirene (Jandaíra, 2020).

 

O perigo de uma história única, de Chimamanda Ngozi Adichie (Companhia das Letras, 2019).

 

O que é interseccionalidade?, de Carla Akotirene (Jandaíra, 2019).

 

O sexo dos tubarões, de Naná DeLuca (Editora Patuá, 2017).

 

O trovão e o vento, de Kaká Werá (Polar, 2016).

 

Oriki de amor selvagem: todos os poemas de amor preto (ou quase), de tatiana nascimento (padê, 2020).

 

Os nove pentes d’África, de Cidinha da Silva (Mazza Edições, 2009).

 

Quando me descobri negra, de Bianca Santana (SESI-SP, 2015).

 

Quarto de despejo: diário de uma favelada, de Carolina Maria de Jesus (1960).

 

Roça é vida, de Viviane Marinho Luiz, Laudessandro Marinho da Silva, Márcia Cristina Américo e Luiz Marcos de França Dias, com ilustração de Amanda Nainá dos Santos e Vanderlei Ribeiro (ISA/IPHAN – Grupo de Trabalho da Roça, 2020).

 

Teatra da oprimida: últimas fronteiras cênicas da pré-transição de gênero, de Dodi Leal (org.) (Editora UFSB, 2019).

 

Teatro das oprimidas: estéticas feministas para poéticas políticas, de Bárbara Santos (Editora Casa Philos, 2019).

 

Teatro do oprimido e negritude: a utilização do teatro-fórum na questão racial, de Licko Turle (Editora E-papers, 2014).

 

Teatro Hip-Hop, a performance poética do ator-MC, de Roberta Estrela D’Alva  (Perspectiva, 2014).

 

Terras de palavras, de Fernanda Felisberto (Editora Pallas, 2004).

 

Torto arado, de Itamar Vieira Junior (Todavia, 2019).

 

Um Exu em Nova York, de Cidinha da Silva (2018).

 

Um teto todo seu, de Virginia Woolf.

 

Valentia, de Deborah Goldemberg (Editora Grua, 2012).

 

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