PROFISSIONAIS

Ana Garcia é diretora do festival No Ar Coquetel Molotov, que acontece há 16 anos em Pernambuco e já passou por Salvador, Belo Horizonte e São Paulo. Vencedora do prêmio “Empreendedora do Ano” do Women’s Music Event 2019, Desde 2006, é produtora executiva do Festival Virtuosi em Recife, Garanhuns e Gravatá. Já produziu diversas turnês de artistas estrangeiros, como Ibeyi, Sevdaliza, Sebastian Tellier, Dinosaur Jr., Teenage Fanclub e brasileiros como Thiago Pethit, A Banda de Joseph Tourton, Barro e outros. Trabalha como assessora de imprensa para diversos projetos e artistas.

Ana Paula do Val é urbanista, artista visual, mestre em Estudos Culturais e especialista em políticas públicas de cultura. Militante da cultura e feminista, atualmente é editora e pesquisadora do Observatório da Diversidade Cultural, além de pesquisadora do Grupo de Estudos Multidisciplinares das arquiteturas do Sul MALOCA – UNILA e do núcleo de desenvolvimento do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento.

Andreza Nóbrega é atriz, encenadora, professora de teatro, audiodescritora, produtora e gestora da VouSer Acessibilidade. Doutoranda em Teatro (UDESC), mestra em Educação, com enfoque na Educação Inclusiva (UFPE), e especialista em Audiodescrição (UFJF). Idealizadora dos projetos Encontro de Acessibilidade Comunicacional em Pernambuco, Cineclube VouVer Filmes, Cine Às Escuras Mostra Erótica de Cinema Acessível, ConectAção Teatro Pernambuco/Londres e Experiri Lab de Artista, misto de curso e pesquisa de teatro com pessoas com deficiência visual.

Aninha de Fátima Sousa é jornalista, formada pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Trabalhou como produtora de eventos, de artistas e como repórter especial até 2004, quando foi convidada a assumir a Gerência de Comunicação e Relacionamento do Itaú Cultural, onde atua até hoje. Durante sete anos, foi a gestora institucional do programa Rumos.

Cristiane Crispim é atriz, pesquisadora, produtora cultural, diretora e arte-educadora. Licenciada em Artes Visuais pela UNIVASF, pós-graduada em Dança Educacional e Artes Cênicas pela Censupeg e mestranda em Educação, Cultura e Territórios Semiáridos pela UNEB. Cofundadora da Cia Biruta de Teatro, grupo que desenvolve ações de formação e pesquisa artística na periferia, a partir de vivências dos processos e práticas populares de resistência no Sertão do São Francisco. Integra o grupo gestor da RIPA – Rede Interiorana de Produtores, Técnicos e Artistas de Pernambuco.

Dalton Martins é professor na UnB, no curso de Biblioteconomia e no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação, e, na UFSCar, no Programa de Pós-Graduação em Estudos da Condição Humana. Doutor em Ciências da Informação pela ECA-USP, trabalhando com o tema de mapeamento, análise estrutural e dinâmica de Redes Sociais em ambientes digitais distribuídos. Pesquisa sobre objetos e repositórios digitais, acervos digitais e estratégias de interoperabilidade de sistemas de informação, dados abertos ligados, ciência de dados e aprendizagem de máquina com ênfase na análise de objetos digitais. Coordena o projeto de pesquisa “Tainacan – software livre para a construção social de repositórios digitais”, em parceria com Ibram, Funarte e IPHAN.

Dani Ribas é diretora da Sonar Cultural Consultoria. É doutora em Sociologia pela Unicamp e especialista em Gestão e Políticas Culturais pelo Itaú Cultural. Foi consultora da UNESCO e do Mercosul Cultural, pesquisadora do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo, diretora do DATA SIM e fez pesquisa em Economia Criativa para o IPEA. Integra a Rede SateliteLAT de Mulheres na Indústria da Música Latino-americana. É professora de Music Business no Music Rio Academy, On Stage Lab e FESPSP, e de Gestão Cultural na Unicamp. Consultora em planejamento e gestão de carreira na música, com base em análise de dados e tendências de comportamento de público.

Daniele Torres é pós-graduada em História da Arte, Gestão da Cultura e Comunicação Empresarial. Em mais de 20 anos de carreira, atuou como museóloga, produtora e gestora de espaços culturais e organizações sociais. Especializada em leis de incentivos fiscais, planejamento estratégico e captação de recursos, foi gestora de patrocínios de grandes corporações e diretora-gerente do Instituto AES. Além da empresa Companhia da Cultura, é também sócia e coordenadora de cursos na escola Cultura e Mercado.

Digg Franco é articulador político-cultural e empreendedor. Pós-graduado em História da Arte, Crítica e Curadoria pela PUC, é fundador e presidente da ONG Casa Chama, associação psicossocial, cultural e de empreendedorismo, com foco no acolhimento da população transvestigênere, visando à emancipação desta, por meio da produção cultural e promoção da dignidade.

Dodi Leal, travesti educadora, performer e pesquisadora em Artes Cênicas, é doutora em Psicologia Social pela USP. Professora do Centro de Formação em Artes e Comunicação da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) e líder do Grupo de Pesquisa “Pedagogia da Performance: visualidades da cena e tecnologias críticas do corpo” (CNPq/UFSB). Docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Ensino e Relações Étnico-Raciais da UFSB e colaboradora do Programa de Pós-graduação em Teatro da UDESC. É uma das coordenadoras do GT “Mulheres da Cena”, da ABRACE. Realiza estudos e obras artísticas de performance e iluminação cênica, perpassando por ações de crítica teatral, curadoria e pedagogia das artes.

Edinho Santos é surdo e atua como pedagogo, ativista, bartender, produtor, ator e poeta. Produziu eventos como o Setembro Azul, no Itaú Cultural, Bloco VibraMão e as festas Vibração e Sencity. Como educador, fez parte da equipe do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), do Museu do Futebol e do Museu Afro Brasil. É integrante da organização do Slam de Surdes.

Eliane Rodrigues é radialista, feminista, professora de formação e educadora social por opção. Coordenadora executiva da Associação das Mulheres de Nazaré da Mata (AMUNAM), que fundou o Maracatu Feminino de Baque Solto Coração Nazareno. A entidade trabalha pela preservação, registro continuado, manutenção, memória e sustentabilidade do Maracatu Rural, e pela educação continuada, participação política, autonomia, geração de renda, empoderamento e protagonismo das mulheres.

Emerson, artista visual indígena, é formado em Biologia e mestre em Ecologia, partindo também da arte educação em comunidades de beiras de rios. Reside em Manaus, território industrial no meio da Amazônia Central, onde se transforma para viver Uýra Sodoma, uma manifestação em carne de bicho e planta que se move para exposição e cura de doenças sistêmicas coloniais. Através de elementos orgânicos, utilizando o corpo como suporte, encarna esta árvore que anda e atravessa suas falas em fotoperformance e performance.

Érica Peçanha é antropóloga e tem uma trajetória de pesquisa ligada à produção cultural da periferia. Autora do livro “Vozes marginais na literatura” (Aeroplano, 2009) e co-autora de “Polifonias marginais” (Aeroplano, 2015). Pesquisadora de pós-doutorado do Instituto de Estudos Avançados da USP e do “nPeriferias” – Grupo de Pesquisa das Periferias.

Estela Lapponi é performer e videoartista. Desde 2005, trabalha como artista independente e tem como objetivo investigar o discurso do corpo com deficiência, a prática performativa e relacional, borrando as fronteiras entre as artes visuais e cênicas. Desde 2009, investiga artisticamente o conceito que criou, “Corpo Intruso”. Em 2018, dirigiu e produziu seu primeiro curta-metragem, “profanAÇÃO”, em que dá início à pesquisa de inserção do recurso de acessibilidade como parte da poética da obra.

Fagner Rodrigues é diretor, dramaturgo, ator e produtor. Fundador da Cia Cênica, onde dirigiu nove espetáculos e recebeu diversos prêmios em festivais nacionais e internacionais de teatro. É orientador do Programa de Qualificação em Artes, um dos diretores do Projeto Território Cênico, coordenador do Ponto de Cultura Arte Social e gestor da Sede Cênica, espaço independente em São José do Rio Preto (SP). Foi curador do Janeiro Brasileiro da Comédia, da Mostra Cênica Resistências e atuou também como coordenador das atividades formativas da edição de 2019 do FIT Rio Preto.

Fatima Pissarra é formada em Jornalismo e Psicologia, com pós-graduação em Marketing e Gestão de Projetos. Em 2011, criou a Music2, representante exclusiva da Vevo no Brasil. Em 2016, em sociedade com Preta Gil, abriu a Mynd8. Atualmente, está à frente das operações da Music2 e da Mynd8, empresa de projetos de marketing de influência, música e entretenimento, agenciando mais de 200 talentos e desenvolvendo projetos para inúmeras marcas do mercado.

Francis Madson é mestre em Ciências Humanas (UEA), bacharel em Dança (UEA), licenciado em Teatro (UnB) e graduando em Arquitetura e Urbanismo (Unima). Diretor e autor da Soufflé de Bodó Company (AM) e da Cia. Boi de Piranha (RO). Já cocriou eventos como FALD (Festival de Dança do Amazonas), Gororobas das Artes, Dabacuri das Artes, Festival Breves Cenas de Teatro, BR-CLOWN, Vazio – Festival de Performance, Circulação de Guerrilha, Sesc-52, PAN – Potências das Artes do Norte, Menor Festival de Ópera do Mundo, Pensamento de Perto e Ópera Delivery, Coma Teatro, Jandira Theater Move e Conexão Norte.

Galiana Brasil é gestora do núcleo de artes cênicas do Itaú Cultural. Atriz, mestranda no programa do Célia Helena Centro de Artes e Educação. Possui produção teórica com perspectiva decolonial nos campos da gestão cultural e pedagogia das artes cênicas, com foco em mediação cultural, formação e curadoria. Durante 15 anos atuou na coordenação das artes cênicas do Sesc Pernambuco.

GG Albuquerque é jornalista e doutorando em Estéticas e Culturas da Imagem e do Som pela UFPE. Escreve o blog Volume Morto e é cofundador do Embrazado, portal jornalístico e podcast dedicados às culturas musicais das periferias brasileiras. Em 2019, escreveu e apresentou o documentário sobre bregafunk produzido pelo Spotify. Foi jurado do Prêmio Multishow e curador do edital Natura Musical em 2020. Trabalhou como repórter de cultura do Jornal do Commercio e da Folha de Pernambuco e escreveu matérias sobre música de periferia para o Portal Kondzilla, UOL Tab, Vice Brasil, Bandcamp, Revista Continente, Revista Noize, Monkeybuzz, entre outros.

Giovanni Venturini é ator, dramaturgo, roteirista e poeta. Já foi dirigido por nomes como Clarisse Abujamra, Marcelo Romagnolli, Mira Haar, Yara de Novaes, entre outros. Participou dos longas-metragens “Veneza”, de Miguel Falabella, “Maior que o mundo”, de Beto Marques, e “A sogra perfeita”, de Cris D’Amato. Em 2015, compartilhou com o mundo sua poesia no livro “Anão ser” (Selo do Burro). Em seu espetáculo solo, que leva o mesmo título, reúne poesia, teatro e circo, somados às vivências e experiências pessoais do ator/autor.

Giselle Beiguelman é artista e professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. É autora de “Memória da amnésia: políticas do esquecimento” (Edições Sesc, 2019), “Políticas da imagem: vigilância e resistência na dadosfesra” (Ubu Editora, 2021) e de diversos livros e artigos sobre cultura digital. É membro do Laboratório para Outros Urbanismos (FAUUSP) e coordenadora do GAIA (Grupo de Arte e Inteligência Artificial do Inova USP). Suas obras artísticas integram acervos de museus no Brasil e no exterior, como ZKM (Alemanha), Jewish Museum Berlin, MAC USP e Pinacoteca de São Paulo. Recebeu vários prêmios nacionais e internacionais. É colunista da Rádio USP e da Revista Zum.

Hub Cultural é uma plataforma que concentra e oferece conteúdo qualificado e acessível para facilitar o dia a dia dos profissionais de arte, cultura, esporte, social e mercado do entretenimento. No Hub Cultural, podem ser encontrados artigos, legislação, editais, pesquisas e notícias atuais sobre cultura, entretenimento e investimento cultural e social. O Hub Cultural foi criado pela Olivieri Associados, que atua na inteligência, planejamento e solução jurídica e estratégica para viabilizar ações, projetos e negócios em arte, cultura, entretenimento, esporte e terceiro setor.

Jader Rosa é designer e mestre em Multimeios pela Unicamp. Atua como gerente do Observatório Itaú Cultural, com o propósito de pesquisar e fomentar a economia criativa e contribuir para a formulação de políticas culturais do país.

Jéssica Teixeira, multiartista, trabalha como atriz, produtora, diretora, dramaturga e iluminadora. Em 2017, defendeu sua dissertação de mestrado, fruto de pesquisa sobre “um corpo em estado de demolição”, no Programa de Pós-Graduação em Artes da UFC. Trabalhou com diversos grupos teatrais cearenses, como Pavilhão da Magnólia, Trupe Motim de Teatro de Quixeré, além de ser uma das fundadoras do grupo Comedores de Abacaxi S/A e do Grupo Terceiro Corpo. Em 2019, estreou o solo “E.L.A”, cuja matéria-prima é seu próprio corpo.

Juliana Caldas, atriz há 14 anos, já viajou pelo Brasil e fez turnê na Argentina e no Equador com seus espetáculos. Fora dos palcos, realizou trabalhos em videoclipe, curta-metragem, seriado infantil e, em 2017, atuou na novela “O Outro Lado do Paraíso”, exibida pela TV Globo.

Juliano George Basso, produtor cultural, é fundador da Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge, na Chapada dos Veadeiros (GO). Idealizou e realiza projetos socioculturais desde 1997, como o Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros, a Aldeia Multiétnica, a Turma Que Faz e a Encontroteca.

Julio Ludemir nasceu no Rio de Janeiro, mas foi criado em Pernambuco. Tem nove livros publicados, a maioria dos quais ambientada em favelas cariocas. Foi finalista do Prêmio Jabuti 2008, com o livro “Rim por rim” (Record, 2008). É um dos roteiristas de “400 contra 1”, de Caco de Souza. É um dos criadores da Batalha do Passinho e da FLUP. A Festa Literária das Periferias tem como principal característica acontecer em favelas do Rio de Janeiro e ser precedida por um processo de formação, que já resultou na publicação de 21 livros com autores das favelas cariocas, revelando mais de 200 escritores.

Karen Worcman é fundadora e curadora do Museu da Pessoa desde 1991. Historiadora pela UFF, com pós-graduação em Linguística pela UFRJ, atualmente é doutoranda do Programa Humanidades, Direitos e Outras Legitimidades da FFLCH/USP. Tornou-se fellow da Ashoka em 1999. Editou e coeditou várias publicações, tais como “História Falada: memória, rede e mudança social” (2006) e “Tecnologia Social de Memória” (2009). É coautora da publicação “Social Memory Tecnhology: Theory, Practice, Action” (Routledge, 2016). Atualmente é membro do Conselho do Center For Digital Storytelling, do Conselho de Ética do Memory Studies Association, faz parte do International Editorial Board, Journal of Memory, Mind & Media e atua como Storytelling collector do Wellbeing Project.

Kil Abreu é jornalista, crítico, curador e pesquisador de teatro. Pós-graduado em Artes pela USP. Escreveu para o jornal Folha de S.Paulo e coordenou por oito anos a Escola Livre de Teatro de Santo André. Compôs os júris dos principais prêmios do teatro brasileiro, como Shell e APCA. Fez a curadoria de festivais como os de Curitiba, Festival Recife do Teatro Nacional, FIT Rio Preto e das atividades reflexivas da MITsp. Foi diretor do Departamento de Teatros da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e, de 2015 a 2021, curador da programação teatral do Centro Cultural São Paulo. Edita, com Rodrigo Nascimento, o site Cena Aberta – teatro, crítica e política das artes. É  membro da Associação Internacional de Críticos de Teatro (IACT/AICT).

Kleber Lourenço é bailarino, coreógrafo, ator, encenador e arte-educador pernambucano, residente há dez anos em São Paulo. Doutorando em Artes pela UERJ e mestre em Artes pela Unesp. É também diretor artístico e fundador do Visível Núcleo de Criação, encenador na Capulanas Cia de Arte Negra (SP) e integrante do grupo de pesquisa MOTIM (UERJ). Possui experiência profissional em teatro, dança e cinema. Fez residências artísticas na França, Portugal, São Paulo, Pará, Bahia e Pernambuco, com destaque para a temporada no Laboratório de Atividades Criativas da cidade de Lagos (Portugal), entre 2010 e 2011.

Leno Veras é comunicólogo, pesquisador e professor, dedicado à difusão da cultura e divulgação da ciência, com foco na expansão do acesso aos acervos de arquivos, bibliotecas e museus. Atua no campo da memória social, através de programas educacionais, projetos editoriais e práticas expositivas, com enfoque na transformação digital do patrimônio cultural. É curador associado à Diretoria de Informação na América do Sul do Goethe-Institut, além de representante em distintas organizações internacionais, como a Associação de Estudos Críticos do Patrimônio (ACHS) e Federação Internacional de Associações de Bibliotecas (IFLA). Atualmente, é pesquisador vinculado à Escola de Comunicação da UFRJ, além de associado ao Instituto Warburg, na Escola de Estudos Avançados da Universidade de Londres, bem como responsável pela Gerência de Pesquisa e Documentação do MAM Rio.

Maria Teresa Piccoli é bacharel em Letras, com pós-graduação em Gestão Cultural e MBA em Gerenciamento de Projetos. Com uma carreira de duas décadas como gestora de cultura, trabalhou no Sesc Santa Catarina por 14 anos, atuando como técnica, analista e gerente estadual de cultura. Foi conselheira estadual de cultura e recebeu do Estado, em 2020, a medalha Cruz e Sousa por sua atuação na área. Atualmente é coordenadora executiva da empresa Una! Criatividade e Impacto Positivo.

Mayra Kristina é atriz, educadora infantil, rapper e produtora cultural. Voluntária e conselheira da Casa de Cultura Hip Hop de Piracicaba. Promotora Legal Popular desde 2016. Integrante dos grupos Casa de Batuqueiro, Batuque de Umbigada, Mestre Tonho e Samba de Lenço. É agente cultural independente do Barranco Cultural e produtora do Festival Curau – Culturas Regionais e Artes Urbanas.

Olivieri Associados atua na inteligência, planejamento e solução jurídica e estratégica para viabilizar ações, projetos e negócios em arte, cultura, entretenimento, esporte e terceiro setor. Com experiência de mais de 30 anos em consultoria jurídica e negocial, participando dos mais importantes eventos e projetos culturais nacionais e internacionais, Olivieri também contribui com ações de formação do conhecimento da área, por meio de publicações especializadas, conferências e cursos ministrados em todo o país. Criou o Hub Cultural, plataforma que concentra e oferece conteúdo qualificado e acessível, como artigos, legislação, editais, pesquisas e notícias atuais sobre cultura, entretenimento e investimento cultural e social.

Pedro de Freitas é diretor da Périplo, produtora cultural focada na realização de projetos de intercâmbio e cooperação artística internacional. É graduado em Artes Cênicas pela Unicamp e cursou o Master Gestão de Instituições Culturais na Université Paris Dauphine. Foi diretor de produção do Lume Teatro e, em seu percurso, desenvolveu projetos com coletivos e artistas brasileiros e internacionais como Tadashi Endo, Gardi Hutter, Avner Eisenberg, Renato Borghi, entre outros. Desde 2020, dedica-se ao desenvolvimento da FarOFFa.

Ricardo Rodrigues é empresário, agente e produtor cultural, graduado no curso de Imagem e Som da UFSCar. É diretor geral do Festival CONTATO, desde 2007, e sócio-fundador da Let’s GIG – Booking & Music Services, onde atua na produção e agenciamento de artistas como Luedji Luna, Tuyo, Davi Sabbag, Mel, entre outros. Faz também parte do Conselho Curador da Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM) e é diretor da Regional Sudeste da Associação Brasileira de Festivais Independentes (ABRAFIN).

Rosane Borges, jornalista, é professora pesquisadora do COLABOR – Centro Multidisciplinar de Pesquisas em Criações Colaborativas e Linguagens Digitais (ECA-USP). Doutora em Ciências da Comunicação (ECA-USP), integra a Comunidade Reinventando a Educação. Articulista da Carta Capital Digital, do blog da Editora Boitempo e do site Jornalistas Livres. Autora de diversos livros, entre eles “Espelho infiel: o negro no jornalismo brasileiro” (2004), “Mídia e racismo” (2012) e “Esboços de um tempo presente” (2016).

Sandra Benites, indígena da etnia guarani nhandewa, é antropóloga e professora de ensino fundamental e ensino médio. Mestre e doutoranda em Antropologia Social pelo Museu Nacional, vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro. É curadora-adjunta de arte brasileira no MASP.

Tânia Farias é atriz, encenadora, figurinista, cenógrafa, pesquisadora, professora e produtora teatral. Atuadora da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz desde 1984. Em 2018, teve sua biografia “Tânia Farias – O Teatro é um Sacerdócio”, de Fábio Prickladnick, publicada pelo Porto Alegre em Cena. Coordena a Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo. É uma das diretoras e curadoras do Festival de Teatro Popular – Jogos de Aprendizagem e faz parte do Conselho Editorial da Cavalo Louco – Revista de Teatro da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz e do Selo Editorial Ói Nóis Na Memória.

Thabata Arruda é pesquisadora musical, criadora de conteúdo e fundadora do hub criativo “Yes, Tupi”. Na música há cerca de 18 anos, já passou por instituições como Centro Cultural da Penha, Movimento Cultural Penha e Sesc São Paulo. Há três anos, dedica-se à pesquisa com ênfase em indústria fonográfica, diversidade e gênero. Em 2021, venceu na categoria “Inovação: Pesquisa em Música”, na 4ª edição do Prêmio SIM.

Thiagson, pesquisador do funk, é bacharel em Composição Musical pela Unesp e doutorando em Musicologia pelo Departamento de Música da USP. Em sua dissertação de mestrado, abordou o debate sobre a legitimidade do funk na universidade e nas redes sociais. É autor dos livros “Sorry It’s Over: A Morte da Música Clássica” (2018) e “Apontamentos sobre Alban Berg” (2013). Desenvolve trabalho de divulgação científica nas redes sociais e YouTube, por meio do Canal do Thiagson, além de ministrar palestras sobre funk e música.

Val Benvindo é mulher preta, Vodunsi, jornalista, produtora, apresentadora e consultora em diversidade racial. Com a Benvindo Produções, assinou a produção de grandes eventos culturais da Bahia, como a Noite da Beleza Negra do Ilê Aiyê, o stand-up “Tia Má com a Língua solta”, de Maíra Azevedo, e o Festival de Humor Negro, que reuniu diversos comediantes negros. Atualmente tem um quadro na Band Bahia, “Meu Nome é Val”, dentro do Programa Band Mulher, onde apresenta as notícias que mais repercutem na internet.

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