Set 09

Em homenagem aos 60 anos de carreira do cineasta Alain Resnais o CCBB exibe uma programação que conta a trajetória de um dos mestres do cinema francês que passeou com maestria entre curtas e longas metragens. Ganhador do prêmio de melhor direção no Festival de Veneza (2006), Alain Resnais trabalhou com expoentes do cinema como, Sternberg em “Je T’ame, Je T’ame” (1968), David Mercer em “Providence” (1977), Henri Laborit “Mon Oncle d’Amérique”, entre outros. A mostra acontece de 3 a 21 de setembro de quarta a domingo. Confira!

Local: Cinema (70 lugares)
Ingressos: R$ 4,00 e R$ 2,00 (meia-entrada)   

Programação - Alain Resnais: A Discreta Revolução da Memória

Dia 3 - quarta - feira
14h30 - Une approche d’Alain Resnais, révolutionnaire discret (Abordando Alain Resnais, um revolucionário discreto), 1980, 59 min, Beta, 12 anos.
17h - Mélo (Melô), 1986, 112 min, 35mm, 12 anos.
19h30 - L’Amour à mort (Morrer de amor), 1984, 92 min, 35mm, 14 anos.

Dia 4 - quinta-feira
14h30 - I want to go home (Quero ir para casa), 1989, 105 min, 35mm, 12 anos.
17h - La Vie est un roman (A vida é um romance), 1983, 111 min, 35mm, 12 anos.
19h30 - Providence (Providence), 1976, 110 min, 35mm, 14 anos.

Dia 5 - sexta-feira
14h30 - Mon oncle d’Amérique (Meu tio da América), 1980, 125 min, 35mm, 12 anos.
17h - Curtas 1, 43 min (Van Gogh, 1948, 18 min, 35mm + Paul Gauguin, 1950, 12 min, 35mm + Guernica, 1950, 13 min, 35mm), 14 anos.
19h30 - Hiroshima mon amour (Hiroshima, meu amor), 1959, 91 min, 35mm, 16 anos.

Dia 6 - sábado
14h30 - Curtas 2, 61 min (Les Statues meurtent aussi (As estátuas também morrem), 1953, 29 min, 35mm + Nuit et brouillard (Noite e nevoeiro), 1955, 32 min, 35mm), 16 anos.
17h - Curtas 3, 41 min (Toute la mémoire du monde (Toda a memória do mundo), 1956, 22 min, 35mm + Le Chant du styrène (O canto do estireno), 1958, 19 min, 35mm), 14 anos.
19h30 - L’Année dernière à Marienbad (O ano passado em Marienbad), 1961, 93 min, 35 mm, 16 anos.

Dia 7 - domingo
14h30 - Muriel ou le temps d’un retour (Muriel ou O tempo de um retorno), 1963, 116 min, 35mm, 12 anos.
17h - La Guerre est finie (A guerrra acabou), 1966, 121 min, 35mm, 14 anos.
19h30 - Je t’aime, je t’aime (Eu te amo, eu te amo), 1968, 91 min, 35mm, 14 anos.

Dia 9 - terça-feira
19h - Debate com Ismail Xavier, Inácio Araújo e Fernando Passos

Dia 10 – quarta-feira
14h30 - L’Atelier d’Alain Resnais: autour d’On connaît la chanson (O ateliê de Alain Resnais: em torno de “Amores parisienses”), 1997, 50 min, Beta, 12 anos.
17h - On connaît la chanson (Amores parisienses), 1997, 120 min, 35mm, 12 anos.
19h30 - No Smoking (No Smoking), 1993, 144 min, 35mm, 12 anos.

Dia 11 - quinta-feira
14h30 - Coeurs (Medos privados em lugares públicos), 2006, 122 min, 35mm, 14 anos.
17h - Pas sur la bouche (Na boca, não), 2003, 116 min, 35mm, 12 anos.
19h30 - Smoking (Smoking), 1993, 140 min, 35mm, 12 anos.

Dia 12 – sexta-feira
14h30 - Je t’aime, je t’aime (Eu te amo, eu te amo), 1968, 91 min, 35mm, 14 anos.
17h - La Guerre est finie (A guerrra acabou), 1966, 121 min, 35mm, 14 anos.
19h30 - I want to go home (Quero ir para casa), 1989, 105 min, 35mm, 12 anos.

Dia 13 – sábado
14h30 - La Vie est un roman (A vida é um romance), 1983, 111 min, 35mm, 12 anos.
17h - Providence (Providence), 1976, 110 min, 35mm, 14 anos.
19h30 - Mon oncle d’Amérique (Meu tio da América), 1980, 125 min, 35mm, 12 anos.

Dia 14 – domingo
14h30 - L’Amour à mort (Morrer de amor), 1984, 92 min, 35mm, 14 anos.
17h - Stavisky… (Stavisky ou O império de Alexandre), 1974, 115 min, 35mm, 14 anos.
19h30 - Mélo (Melô), 1986, 112 min, 35mm, 12 anos.

Dia 17 - quarta-feira
14h30 - Hiroshima mon amour (Hiroshima, meu amor), 1959, 91 min, 35mm, 16 anos.
17h - Curtas 1, 43 min (Van Gogh, 1948, 18 min, 35mm + Paul Gauguin, 1950, 12 min, 35mm + Guernica, 1950, 13 min, 35mm), 14 anos.
19h30 - Curtas 2,  61 min (Les Statues meurtent aussi (As estátuas também morrem), 1953, 29 min, 35mm + Nuit et brouillard (Noite e nevoeiro), 1955, 32 min, 35mm), 16 anos.

Dia 18 - quinta-feira
14h30 - L’Année dernière à Marienbad (O ano passado em Marienbad), 1961, 93 min, 35 mm, 16 anos.
17h - Curtas 3,  41 min (Toute la mémoire du monde (Toda a memória do mundo), 1956, 22 min, 35mm + Le Chant du styrène (O canto do estireno), 1958, 19 min, 35mm), 14 anos.
19h30 - Muriel ou le temps d’un retour (Muriel ou O tempo de um retorno), 1963, 116 min, 35mm, 12 anos.

Dia 19 - sexta-feira
14h30 - Une approche d’Alain Resnais, révolutionnaire discret (Abordando Alain Resnais, um revolucionário discreto), 1980, 59 min, Beta, 12 anos.
17h - Mon oncle d’Amérique (Meu tio da América), 1980, 125 min, 35mm, 12 anos.
19h30 - Stavisky… (Stavisky ou O império de Alexandre), 1974, 115 min, 35mm, 14 anos.

Dia 20 – sábado
14h30 - L’Atelier d’Alain Resnais: autour d’On connaît la chanson (O ateliê de Alain Resnais: em torno de “Amores parisienses”), 1997, 50 min, Beta, 12 anos.
17h - On connaît la chanson (Amores parisienses), 1997, 120 min, 35mm, 12 anos.
19h30 - Pas sur la bouche (Na boca, não), 2003, 116 min, 35mm, 12 anos.

Dia 21 - domingo
14h30 - No Smoking (No Smoking), 1993, 144 min, 35mm, 12 anos.
17h - Smoking (Smoking), 1993, 140 min, 35mm, 12 anos.
19h30 - Coeurs (Medos privados em lugares públicos), 2006, 122 min, 35mm, 14 anos.

Set 08

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A Oficina Cultural Gerson de Abreu desenvolveu no 1º semestre de 2008 atividades de restauro em parceria com o Projeto POEAO , as Oficinas de Restauração de Patrimônio Histórico: O Metal, suas transformações e Manejo, Restauração de Patrimônio: Argamassa e Pinturas Especiais em Edificações e Gestão Cultural: Roteiro para Elaboração de Projetos com Ênfase em Patrimônio Histórico, obtiveram um excelente resultado, foram mais de 20 fachadas restauradas e mais de 30 jovens capacitados. Nestas atividades os alunos tiveram a oportunidade de desenvolver técnicas profissionais de restauro e escultura em metal. Houve um levantamento realizado através de arquivos históricos, fotografias e depoimentos, aproximando ao máximo das características originais dos imóveis, utilizando-se de técnicas e sistemas construtivos antigos, tradicionais e modernos. Os participantes são jovens de baixa renda ou encaminhados pelo Juizado da Infância e da Juventude, nestas oficinas encontram uma oportunidade de profissionalização, vislumbrando assim um futuro que antes era inatingível para grande maioria. O SENAI de Minas Gerais realiza sua contribuição no projeto por meio de certificados que comprovam as técnicas desenvolvidas pelos alunos ao final de cada curso.

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O Projeto POEAO é coordenado por Emerson da Silva Santos e busca patrocínios e parcerias para dar continuidade a este trabalho de grande relevância para a cidade de Iguape. Para obter mais informações entre em contato pelo email: emersonpoeao@hotmail.com

Set 03

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1 – O Tablado de Arruar tem como pesquisa a relação entre o teatro e a cidade. Como é trabalhar com esta temática em uma metrópole como São Paulo?

Numa metrópole como São Paulo, parece-me que o teatro carrega consigo uma urgência enorme de fazer algo que não seja absolutamente urgente, por assim dizer. Há a necessidade de tentar parar pra pensar em meio à barbárie toda, parar um pouco para olhar, para sentir algo um pouco menos alienadamente. Isso já é algo. A cidade é tema de algumas das nossas pesquisas, mas sobretudo é o lugar que nos alimenta, que nos criou e que nos dá forças, ódios, desejos e também fraquezas para o dia a dia de trabalho.

2 – Em 2006, o grupo teve a publicação do “Teatro de Rua em Movimento”, fale-nos sobre este trabalho.

O Tablado sempre organizou diversas palestras, conversas de suma importância, e sempre foi parte do trabalho do grupo essa tentativa, de semear encontros que são muito raros nos dias de hoje. Por exemplo, num encontro que produzimos no mês de Junho deste ano, estavam, numa mesa, Reinaldo Maia, Amir Haddad, Chico Pelúcio e César Vieira. Foi muito bonito ver essas pessoas reunidas, conversando. Isso é raro hoje em dia. Esta publicação é a transcrição de um desses encontros. Foi um trabalho muito importante que fizemos, que não seria possível também sem a Lei Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

3 – O Tablado está trabalhando no projeto Medeia/Argonautas, uma parceria apoiada pelo Goethe Institut e a Oficina Cultural Oswald de Andrade que conta a participação do diretor alemão Tillman Kohler e seu coletivo. Como vocês vêem este intercâmbio e como está sendo o processo de criação entre artistas de realidades tão diferentes?

Este projeto tem mostrado que o diálogo, ainda que em línguas diversas, é sempre possível, desde que haja interesse de ambos os lados. Todos os integrantes do processo estão tão disponíveis para a comunicação, que ela ocorre, mesmo com as óbvias dificuldades. O principal para a comunicação é o interesse. As diferenças podem então aflorar como partes de um diálogo e não como rupturas. Isso é muito civilizado, me parece, pra usar uma palavra fora de moda. O ineditismo do projeto é o fato de que não foi uma iniciativa unilateral. Há dois textos em jogo, um, que eu escrevi, Argonautas, e o outro, que a Tine (a autora do grupo deles) escreveu, Medeas Hütte. O Tilmann (o diretor) tampouco tinha um projeto anterior, a coisa está sendo desenvolvida coletivamente nos ensaios, a partir de textos que já trazem a necessidade de não excluirmos nenhum dos pontos de vista. Pra melhorar a coisa, a Tine escreveu sobre uma Medéia brasileira, enquanto eu escrevi sobre uns Argonautas europeus. Esta troca veio pra que as diferenças entre os pontos de vista ficassem mais demarcadas, além de mais complexas, incluindo tanto o que vemos de nós mesmos, como o que vemos do outro, como o que imaginamos que o outro vê de nós. O outro aqui sendo o estrangeiro. A segunda fase do projeto será realizada em Berlim, ou seja, depois nós é que iremos pra lá. Neste projeto de alguma maneira, somos todos estrangeiros.

4 – Como os grupos vêem à iniciativa de parcerias para apoio na área cultural, como este realizado pelo Goethe Institut e a Oficina Cultural Oswald de Andrade?

As parcerias (não as público-privadas, que agora são a bola da vez) nos parecem absolutamente necessárias. E isso não é só no Brasil. Na outra parte do projeto haverá também parcerias para viabilizar o projeto. Acho que as parcerias tem que ser multiplicadas, e tem que haver mais, mas muito mais dinheiro público para cultura. Por isso frisei que não falo das parcerias entre público e privado. Cultura é sim uma questão de estado. Não sou contra o dinheiro privado na cultura, mas ele não exclui o estatal, e não deve se misturar com ele, como as pessoas gostam de fazer no Brasil. Este é o caso da lei Rouanet, que é dinheiro público administrado por empresas privadas. Se a Votorantim quer fazer teatro, o que eu acho ótimo, sem ironia, que faça do próprio bolso, e não com o dinheiro público, de impostos.

5 – Para finalizar, como está a expectativa para a estréia no Maxim Gorki Theater em Berlim?

Acho que a expectativa não poderia ser melhor. O Maxim Gorki é um teatro muito importante em Berlim, cujo intendente é o diretor e dramaturgo Armin Petras, que também já esteve em São Paulo, e que é um homem bastante moderno, cujo trabalho respeitamos muitíssimo. Vai ser ótima esta aproximação, até porque os temas e os incômodos que perpassam os trabalhos dele e de outros diretores no Gorki têm muito a ver conosco também, com a nossa geração, embora sejamos uma geração mais jovem ainda que ele. A diferença no entanto é menor do que entre nós e o Castorf, só pra citar um exemplo, intendente de um outro grande teatro de Berlim, o Volksbuehne, que veio também para São Paulo há algum tempo. Aliás, é interessante como essa relação Berlim - São Paulo tem sido frutífera nos últimos anos. Parece-me que de alguma maneira este projeto Medéia/Argonautas é fruto também dessa relação que vem se criando, e que agora no entanto aparece com a novidade de trazer os olhares dos dois lados, ou seja, também o nosso olhar, com mais força.

Set 01

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Rita de Cássia, coordenadora da Oficina de Dança Hebraica “Israeli”

Um breve olhar sobre a dança Hebraica

O início do folclore israelense se deu há aproximadamente 100 anos. Vindos de todas as partes do mundo, os pioneiros fizeram os Kibutzim como sistema para construir e defender o país.

Existia entre eles a alegria de viver, e, portanto, o desejo de cantar e dançar. Durante o dia, eles trabalhavam muito duro e a noite, cantavam e dançavam até altas horas da madrugada. Que tipo de danças faziam? Vindos da Europa traziam consigo danças de seus lugares de origem. Não eram ainda danças israelenses. A esta influência somou-se a Bíblia com suas festas e danças.

Nas festas dos kibutzim, os jovens de origem religiosa não queriam fazer festas religiosas. Suas danças eram, portanto, sobre as atividades do povo como a colheita; sem desprezar a conexão com as histórias judias da Bíblia. Nesse Livro Sagrado citavam danças, mas não descreviam como eram seus passos e os tipos de roupas que trajavam. A razão desta omissão está na proibição da Tora (os cinco livros sagrados: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio) de desenhar e construir monumentos, pois há dois mil anos atrás, a sociedade era politeísta e os judeus não queriam acreditar nestes deuses. Daí, a inexistência de qualquer documentação sobre as danças e a música, com exceção dos cantos das orações.

No judaísmo da época bíblica a dança era principalmente uma expressão de alegria. Naquela época, tudo era motivo para dançar, tanto em momentos de alegria, quanto de tristeza. Assim, as danças temáticas retratam alguns desses momentos de várias formas até hoje.

DANÇA DE GUERRA: Essa dança pode comemorar vitórias militares, conscientizar o público sobre a dificuldade para alcançar a paz, ou ainda, homenagear pessoas ou situações…
DANÇAS FESTIVAS: Geralmente reconhecidas como festas da natureza que trazem os seguintes acessórios: tochas, água,…
DANÇAS RELACIONADAS COM O CULTO A DEUS: A Dança está presente em festas judaicas como: Pessach, Shavuot, Sucot e Simchat Tora. (Levítico.23)
DANÇAS NUPCIAS: As danças tinham um papel importante nos ritos nupciais. Os sábios discutiam como dançar na frente da noiva.
DANÇA DE PESCADORES: Figurino: Costuma ser bem simples e pobre: calça, bermuda e ou rede de arrastão. Dança-se com pés descalços.

Ago 27

FESTA DE LANÇAMENTO DO 6º CURTA SANTOS DIVULGA SELECIONADOS NESTA QUINTA, 28/08,  NO BAR GALERIA, EM SANTOS

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Evento tem início às 21h e apresentará ao público, detalhes desta edição do Festival

A direção do 6º Festival Santista de Curtas-Metragens – Curta Santos realiza nesta quinta-feira, 28 de agosto, a Festa de Lançamento do festival, a partir das 21h, no Bar Galeria, em Santos (SP). Na ocasião, serão divulgados todos os classificados nas categorias competitivas Olhar Brasilis – com cerca de 45 curtas produzidos pelo país –, Olhar Caiçara, que contará com mais de 100 trabalhos de cineastas da região, sendo 15 classificados; e Videoclipe. Dois telões serão utilizados para exibir trechos das obras.

Também serão apresentadas aos presentes as homenagens desta edição: a atriz Eva Wilma receberá o Troféu Lilian Lemmertz; José Wilker será contemplado com o Toféu Claudio Mamberti; e Lírio Ferreira será o cineasta homenageado. A noite ainda vai incluir o anúncio de patrocinadores e apoiadores do Festival, bem como das premiações técnicas, com mais de R$ 50 mil para os vencedores, além de bolsas de estudo para ator, atriz e diretor contemplados na mostra Olhar Caiçara.

O 6º Curta Santos teve um número recorde de inscrições. Foram 794 trabalhos do Brasil, 218 do exterior e ainda mostras especiais convidadas, como o Festival Universitário Latino-Americano “Perro Loco”, com títulos mexicanos e uruguaios; “Mix Brasil”, com filmes de diversos países sobre a diversidade sexual; e o Dia Mundial do Cinema de Animação, com algumas das obras premiadas neste setor.

Também serão apresentadas aos presentes as homenagens desta edição: a atriz Eva Wilma receberá o Troféu Lilian Lemmertz; José Wilker será contemplado com o Toféu Claudio Mamberti; e Lírio Ferreira será o cineasta homenageado. A noite ainda vai incluir o anúncio de patrocinadores e apoiadores do Festival, bem como das premiações técnicas, com mais de R$ 50 mil para os vencedores, além de bolsas de estudo para ator, atriz e diretor contemplados na mostra Olhar Caiçara.

FESTA DE LANÇAMENTO DO 6º CURTA SANTOS
Quinta-feira, 28 de agosto, 21h.
Local: Bar Galeria
Rua do Comércio 14 – Centro – Santos (SP)

Realização: Associação dos Artistas do Litoral Paulista
Patrocínio: Cosipa/Usiminas/Usicultura,  Ministério da Cultura, Lei de Incentivo a Cultura.
Co-patrocínio: Petrobras, Porto Seguro, Tecondi e Termares.
Parcerias: Prefeitura Municipal de Santos, Secretaria Municipal de Cultura, Assaoc, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado de São Paulo, TV Tribuna, Sistema A Tribuna, Roxy, Cine Ferry Boat Plaza 3.
Apoio institucional: Agência Metropolitana da Baixada Santista (Agem), Condesb, Fundo Metropolitano, RMBS,  Sesc Santos e Instituto Impacto.
Apoio: Locall, Cinerama, Kodak, Sincrônica Trilhas, Centro Técnico Audiovisual (CTAv), TeleImage , Quanta, Studio Fátima Toledo, Tela Viva,  Academia Internacional de Cinema e Cinevivo.

Ago 25

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O Festival Santista de Curtas Metragens, Curta Santos, chega a sua sexta edição, consolidado como um dos maiores do país. Estimulando as novas produções audiovisuais brasileiras, com ênfase na produção local (região da baixada santista), o festival tem o objetivo de reafirmar a cidade de Santos como pólo de atividades culturais, revelando talentos e homenageando personalidades consagradas do cinema, sempre presentes no evento.

Depois de sua última edição, que recebeu aproximadamente 100 mil pessoas e 800 trabalhos de todo o Brasil, o Curta Santos foi incluído no Guia dos Festivais – publicação anual do calendário de todas as mostras de cinema do Brasil e do mundo – como o quarto maior do país em público participante. Também passou a fazer parte do Fórum dos Festivais.

Este ano, o Curta Santos acontece do dia 15 ao dia 20 de setembro em Santos. Visite o site www.curtasantos.com e veja tudo sobre o festival.

Ago 04

Cláudio Ethos, coordenador da Oficina Arte em Grafite realizada durante o mês de julho na cidade de Lucélia, participa da Mostra Transição que acontece até o mês de setembro na Galeria do Studio Cromie, Itália - www.studiocromie.org.

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Ethos finalizou a atividade na cidade de Lucélia com a produção de um mural (veja foto anexa), aproveitando a oportunidade para discutir sobre as possibilidades de atuação dos jovens no universo artístico das ruas a partir dos materiais disponíveis e da aplicação de determinadas técnicas.

O trabalho, que está sendo divulgado no site: www.woostercollective.com, atualmente o mais visitado espaço de arte de rua do mundo, mostra a leveza do vôo de um personagem suspenso por fios. O artista lembra como a arte de rua vem se destacando em grandes galerias, dando um novo sopro a arte contemporânea, principalmente nos Estados Unidos, onde em dezembro, realiza sua segunda mostra individual na cidade de São Francisco.

Ago 01

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Jul 31

O estapetáculo “Arrufos” do Grupo XIX, participante do Projeto Oficina Aberta realizado em 2007 na Oficina Cultural Oswald de Andrade é indicado em duas categorias ao Prêmio Shell. As indicações são: cenário, criação de Renato Bolelli Rebouças e em uma categoria especial o grupo foi celebrado pela pesquisa e criação.
Parábens ao Grupo XIX e a Oficina Cultural Oswald de Andrade que mais uma vez colobora com a realização e difusão da arte.
Mais informações

Jul 31

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