Out 24

praca-vitor-civita.jpg

Como surgiu a idéia e quais os objetivos do Instituto Abril na realização da Praça Victor Civita?

A idéia da ”Praça Victor Civita – Espaço Aberto da Sustentabilidade” como ela é hoje, surgiu a partir da oportunidade de se recuperar um terreno degradado de 13,6 mil metros quadrados para o uso público, num espaço onde funcionou por 40 anos uma usina de incineração de lixo da Prefeitura.

O objetivo do Instituto Abril com esse projeto é disponibilizar para a toda a cidade de São Paulo e especialmente aos moradores das regiões próximas à praça um local voltado para a informação, inspiração e reflexão e sobre as questões ambientais, particularmente no que tange às questões urbanas e seus impactos no meio ambiente.

A Praça é também um espaço capaz de abrigar inúmeras atividades educativas, culturais, de lazer e esporte voltadas ao bem estar das pessoas.

Quais foram as dificuldades encontradas na realização deste ambicioso projeto?

O Grupo Abril e a Prefeitura de São Paulo decidiram que as dificuldades iniciais, que surgiram quando se constatou que o terreno estava degradado pelo lixo, seriam substituídas pelas soluções de transformação destas barreiras, numa grande oportunidade de aprendizado para a cidade.

O que era um problema transformou-se numa experiência valiosa que informa a população, mobiliza o poder público, empresas, órgãos técnicos do meio ambiente e a comunidade do entorno, a fim de que o esforço feito no projeto possa inspirar, pelo exemplo, outras iniciativas de recuperação urbana.

Diversas alternativas foram estudadas para recuperar o local.

Poderíamos ter cimentado o terreno fazendo um praça convencional. Remover o solo do local era economicamente inviável e tecnicamente só iríamos transferir o problema para outro lugar do planeta. A solução adotada foi a recuperação total através de raspagem das paredes do prédio do incinerador de lixo e da construção do que pode ser considerada  “uma praça suspensa”.

O que a Praça tem como estrutura para oferecer à cidade de São Paulo?

A praça dispõe de um belo bosque com fícus, eucaliptos, seringueiras e outras árvores. Jardins “suspensos” com plantações de plantas produtoras de biocombustíveis como cana de açúcar, beterraba, milho, soja, babaçu, mamona, dendezeiro e um jardim de plantas fitoterápicas com alecrim, hortelã, sálvia e outras.

Possui um percurso educativo ao longo de um deck suspenso de madeira e concreto com 14 painéis informativos sobre as soluções arquitetônicas, paisagísticas e técnicas adotadas no projeto e que se relacionam com as questões ambientais.
Conta com um grande palco e espaços abertos no deck para atividades culturais e de ginástica, um centro da terceira idade e espaço para oficinas de educação ambiental, além de uma exposição permanente que conta a história do lugar, como ele se degradou e como ganhou vida novamente a partir do projeto da Praça.

Quais são os parceiros e como foi a receptividade para participação no projeto?

O projeto foi bem recebido e acolhido por aqueles que perceberam o impacto positivo que o mesmo teria na vida das pessoas da nossa cidade.

Os grandes parceiros desse projeto são o Grupo Abril, a Even Construtora e o Itaú que empenharam grande soma de recursos financeiros e o melhor de seus esforços para erguer o projeto.

Ficamos felizes que outras empresas e instituições também se uniram ao projeto apoiando a praça com o melhor dos seus recursos.

Entre elas conta-se a importante participação das Oficinas Culturais do Estado, do Instituto Verdescola, CPFL, do Guri Santa Marcelina, Gerdau, SESC-SP, academia Bio Ritmo, Masp, GTZ , editoras Ática e Scipione e Rádio Eldorado.

Fale-nos um pouco sobre a programação cultural oferecida pelas Oficinas Culturais do Estado de São Paulo na Praça.

As Oficinas Culturais oferecem gratuitamente oficinas de iniciação teatral para crianças, dança contemporânea, técnicas circenses, além de canto coral e dança de salão para a terceira idade Também vai brindar os freqüentadores da Praça com espetáculos de formação de público, teatro, dança, música e leituras dramáticas

A participação das Oficinas Culturais na Praça engrandece sobremaneira o projeto. Temos a certeza de que serão serviços culturais amplamente aproveitados pelas pessoas.

A partir de quando o grande público terá acesso à Praça?

No dia 04 de novembro. Sejam todos bem vindos à Praça Victor Civita – Espaço Aberto da Sustentabilidade.

Mais informações acesse: www.pracavictorcivita.abril.com.br 

Set 03

 entrevista-blog-setembro.jpg

1 – O Tablado de Arruar tem como pesquisa a relação entre o teatro e a cidade. Como é trabalhar com esta temática em uma metrópole como São Paulo?

Numa metrópole como São Paulo, parece-me que o teatro carrega consigo uma urgência enorme de fazer algo que não seja absolutamente urgente, por assim dizer. Há a necessidade de tentar parar pra pensar em meio à barbárie toda, parar um pouco para olhar, para sentir algo um pouco menos alienadamente. Isso já é algo. A cidade é tema de algumas das nossas pesquisas, mas sobretudo é o lugar que nos alimenta, que nos criou e que nos dá forças, ódios, desejos e também fraquezas para o dia a dia de trabalho.

2 – Em 2006, o grupo teve a publicação do “Teatro de Rua em Movimento”, fale-nos sobre este trabalho.

O Tablado sempre organizou diversas palestras, conversas de suma importância, e sempre foi parte do trabalho do grupo essa tentativa, de semear encontros que são muito raros nos dias de hoje. Por exemplo, num encontro que produzimos no mês de Junho deste ano, estavam, numa mesa, Reinaldo Maia, Amir Haddad, Chico Pelúcio e César Vieira. Foi muito bonito ver essas pessoas reunidas, conversando. Isso é raro hoje em dia. Esta publicação é a transcrição de um desses encontros. Foi um trabalho muito importante que fizemos, que não seria possível também sem a Lei Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

3 – O Tablado está trabalhando no projeto Medeia/Argonautas, uma parceria apoiada pelo Goethe Institut e a Oficina Cultural Oswald de Andrade que conta a participação do diretor alemão Tillman Kohler e seu coletivo. Como vocês vêem este intercâmbio e como está sendo o processo de criação entre artistas de realidades tão diferentes?

Este projeto tem mostrado que o diálogo, ainda que em línguas diversas, é sempre possível, desde que haja interesse de ambos os lados. Todos os integrantes do processo estão tão disponíveis para a comunicação, que ela ocorre, mesmo com as óbvias dificuldades. O principal para a comunicação é o interesse. As diferenças podem então aflorar como partes de um diálogo e não como rupturas. Isso é muito civilizado, me parece, pra usar uma palavra fora de moda. O ineditismo do projeto é o fato de que não foi uma iniciativa unilateral. Há dois textos em jogo, um, que eu escrevi, Argonautas, e o outro, que a Tine (a autora do grupo deles) escreveu, Medeas Hütte. O Tilmann (o diretor) tampouco tinha um projeto anterior, a coisa está sendo desenvolvida coletivamente nos ensaios, a partir de textos que já trazem a necessidade de não excluirmos nenhum dos pontos de vista. Pra melhorar a coisa, a Tine escreveu sobre uma Medéia brasileira, enquanto eu escrevi sobre uns Argonautas europeus. Esta troca veio pra que as diferenças entre os pontos de vista ficassem mais demarcadas, além de mais complexas, incluindo tanto o que vemos de nós mesmos, como o que vemos do outro, como o que imaginamos que o outro vê de nós. O outro aqui sendo o estrangeiro. A segunda fase do projeto será realizada em Berlim, ou seja, depois nós é que iremos pra lá. Neste projeto de alguma maneira, somos todos estrangeiros.

4 – Como os grupos vêem à iniciativa de parcerias para apoio na área cultural, como este realizado pelo Goethe Institut e a Oficina Cultural Oswald de Andrade?

As parcerias (não as público-privadas, que agora são a bola da vez) nos parecem absolutamente necessárias. E isso não é só no Brasil. Na outra parte do projeto haverá também parcerias para viabilizar o projeto. Acho que as parcerias tem que ser multiplicadas, e tem que haver mais, mas muito mais dinheiro público para cultura. Por isso frisei que não falo das parcerias entre público e privado. Cultura é sim uma questão de estado. Não sou contra o dinheiro privado na cultura, mas ele não exclui o estatal, e não deve se misturar com ele, como as pessoas gostam de fazer no Brasil. Este é o caso da lei Rouanet, que é dinheiro público administrado por empresas privadas. Se a Votorantim quer fazer teatro, o que eu acho ótimo, sem ironia, que faça do próprio bolso, e não com o dinheiro público, de impostos.

5 – Para finalizar, como está a expectativa para a estréia no Maxim Gorki Theater em Berlim?

Acho que a expectativa não poderia ser melhor. O Maxim Gorki é um teatro muito importante em Berlim, cujo intendente é o diretor e dramaturgo Armin Petras, que também já esteve em São Paulo, e que é um homem bastante moderno, cujo trabalho respeitamos muitíssimo. Vai ser ótima esta aproximação, até porque os temas e os incômodos que perpassam os trabalhos dele e de outros diretores no Gorki têm muito a ver conosco também, com a nossa geração, embora sejamos uma geração mais jovem ainda que ele. A diferença no entanto é menor do que entre nós e o Castorf, só pra citar um exemplo, intendente de um outro grande teatro de Berlim, o Volksbuehne, que veio também para São Paulo há algum tempo. Aliás, é interessante como essa relação Berlim - São Paulo tem sido frutífera nos últimos anos. Parece-me que de alguma maneira este projeto Medéia/Argonautas é fruto também dessa relação que vem se criando, e que agora no entanto aparece com a novidade de trazer os olhares dos dois lados, ou seja, também o nosso olhar, com mais força.

Jul 10

celio-brandao.jpg

•    Como surgiu a idéia de realizar o Eco Fashion Brasil?

Surgiu há uns 10 anos quando em um curso de mestrado da qualidade desenvolvi um trabalho com foco em eco-business. Naquele momento a moda brasileira começava a experimentar o boom cujos resultados já vemos há algumas temporadas, como a organização e profissionalização do setor, o surgimento de novos talentos, a expansão nacional e internacional, a melhoria dos processos na indústria têxtil e de confecção, etc. Vislumbrando as possibilidades do eco business, embasado em aspectos sócio-ambientais e culturais na indústria da moda, veio então a idéia do Eco Fashion, cuja formatação busca principalmente incursionar no meio acadêmico a questão da sustentabilidade na moda.

•    Quais seus principais objetivos?  

Revelar novos talentos ao mercado da moda, apresentar ao mercado alternativas corretas para a concepção de vestuário, desenvolver e estimular ações onde a causa da  sustentabilidade seja abraçada pelo meio da moda  e fomentar estratégias para ações de preservação, desenvolvimento sustentável e eco business. Estes são os principais objetivos do Prêmio Eco Fashion Brasil.

•    Qual o público-alvo do evento?

No âmbito do concurso em si são os estudantes universitários de moda e novos talentos formados há até 2 anos. Adicionalmente, empresários, imprensa, autoridades e pessoas ligadas à moda, eco design, etc. Um público formador de opinião.

•    Como os participantes podem enviar seus projetos para o Eco Fashion Brasil?

As inscrições podem ser feitas através do site do concurso, o www.ecofashionbrasil.com, sendo que os projetos dos candidatos devem ser encaminhados via postal até o dia 29/agosto/2008. Os projetos devem ser desenvolvidos e enviados de acordo com as instruções definidas no regulamento do concurso disponível no site.

•    Na edição piloto, o Eco Fashion Awards, notamos que os vencedores são de diferentes regiões do Brasil. Como você vê a moda brasileira atualmente em sua diversidade não só geográfica, mas também conceitual?

Vejo que a criatividade brasileira, que surge da rica diversidade cultural de nosso país, está conduzindo a moda feita no Brasil ao seu lugar de destaque no cenário internacional, sendo cada vez mais respeitada, apreciada, valorizada e consumida. Neste sentido e em tempos de globalização, penso que o tema do concurso é bem oportuno.

Na edição piloto recebemos inscrições de 11 estados brasileiros. Nesta edição 2008 temos como meta receber projetos de pelo menos 15 estados.

•    Para o ano de 2008 foi escolhido o tema “Antropofagia: Ontem, Hoje e Sempre”, como se deu a escolha do tema? E como é fazer moda com a “cara” do Brasil?

O tema foi escolhido em homenagem aos 80 anos do Manifesto Antropofágico, criado por Oswald de Andrade. O Manifesto foi lido em 1928 para os amigos de Oswald na casa de Mário de Andrade, e publicado na Revista de Antropofagia, que ajudou a fundar com os amigos Raul Bopp e Antônio de Alcântara Machado. Com uma linguagem metafórica cheia de aforismos poéticos e com muito humor, o Manifesto torna-se o cerne teórico do movimento que teve como objetivo repensar a questão da identidade brasileira e da ‘dependência’ cultural no Brasil.
A moda com a “cara” do Brasil é uma moda que reúne diversas referências, não só vindas da moda em si, mas também da música, do cinema, das artes visuais, das ruas, da televisão; uma moda cuja “cara” é multifacetada, antropofágica mesmo.

•    Como você vê a questão de sustentabilidade através da moda?

Vejo como mais uma possibilidade de conscientização da sociedade para a questão sócio-ambiental. Um outro objetivo que temos para o projeto é o de executá-lo sob filosofia e diretrizes sócio-ambientais, e da moda como cultura, pelo motivo de a moda ser uma extensão da personalidade e do comportamento humano, que reflete a evolução da sociedade e de seus grupos sociais ao longo dos séculos.  E nestes tempos onde a deterioração das condições ambientais em nível global é fato, esta “evolução da sociedade” inclui a relação com a questão da sustentabilidade ambiental e econômica.  Por isso concebemos o Prêmio Eco Fashion Brasil como um processo incentivador à descoberta e à utilização de alternativas ambientalmente corretas na moda, buscando estimular o “Vestir Consciente”.

•    Você pode nos explicar os critérios usados para as avaliações artística e ambiental dos projetos enviados ao Eco Fashion?

São critérios artísticos, de design, e critérios sócio-ambientais.

Para a Avaliação Artística, a criatividade, o design, a inovação e o desenvolvimento de soluções. Serão avaliados por meio da análise das peças de apresentação do projeto, que são o desenvolvimento temático, a descrição da coleção, os croquis, a cartela de cores, as amostras dos materiais e a ficha técnica.

Para o aspecto Sócio-Ambiental do concurso, será avaliada a qualidade sócio-ambiental de cada matéria-prima utilizada e de seu processo de obtenção e processamento, o processo produtivo da matéria-prima até a obtenção do tecido ou material de uso final na confecção do traje, e a qualidade sócio-ambiental do tecido ou produto acabado, bem como o seu comportamento pós-uso.

As informações a respeito dos aspectos sócio-ambientais do projeto inscrito deverão ser fornecidas pelo candidato de acordo com as definições constantes no regulamento do concurso.

•    É sabido que o júri do Eco Fashion é formado por grandes nomes da moda, você pode nos adiantar alguns nomes que farão parte desta edição?

Estamos fechando os nomes, tanto do júri de seleção quanto do júri de premiação, que dependem de agenda devido ao calendário de moda nacional. Mas podemos adiantar que entre os nomes a confirmar estão os estilistas Jum Nakao, Ronaldo Fraga, Dudu Bertholini e Karla Girotto, o stylist Daniel Ueda, e a ex-modelo e ex-coordenadora do extinto Phytoervas Fashion (evento precursor da SPFW) Betty Prado, para a avaliação artística, e os nomes da Profª Drª Rachel Negrão Cavalcanti, Fábio Souza do IDDS e Ana Cândida Zanesco do Instituto Ecotece, entre outros, para a avaliação sócio-ambiental.

Mai 10

Wanderley Garieri Junior - Diretor Executivo

O QUE SÃO AS OFICINAS CULTURAIS?

As Oficinas Culturais são espaços destinados às atividades de formação e difusão na área cultural abrangendo diversas expressões artísticas, oferecendo à população do Estado de São Paulo atividades gratuitas para todas as faixas etárias.

QUANTAS SÃO EM TODO O ESTADO?

A Rede de Oficinas Culturais possui 7 unidades na Capital (Bom Retiro, Brás, Barra Funda, Itaquera, São Miguel Paulista e Brasilândia) e 15 no interior (Ribeirão Preto, Limeira, Iguape, Bauru, Sorocaba, São João da Boa Vista, Araraquara, Campinas, Santos, São Carlos, Marília, Presidente Prudente, Araçatuba, São José dos Campos e São José do Rio Preto). Confira no site todas as Oficinas Culturais, seu endereço e contato – www.oficinasculturais.org.br

QUAIS SÃO OS OBJETIVOS DAS OFICINAS CULTURAIS?

As Oficinas Culturais tem o objetivo de proporcionar meios para a aquisição de novos conhecimentos, novas vivências e o contato com os mais diversos tipos de linguagens artísticas, técnicas e idéias, possibilitando com isso, a formação de público e capacitando profissionais para o setor cultural.

QUEM PODE PARTICIPAR DAS OFICINAS CULTURAIS?

O público atingido pelas Oficinas Culturais é diversificado. Podem participar desde crianças a partir de 7 anos à terceira idade, com conhecimento na área ou iniciantes. Há também Oficinas Culturais dirigidas aos portadores de necessidades especiais.

TODAS AS ATIVIDADES SÃO GRATUITAS?

Todas as atividades são gratuitas e de caráter cultural, priorizando a formação e difundindo as várias expressões artísticas.

QUAIS SÃO AS ÁREAS DE ATUAÇÃO DAS OFICINAS CULTURAIS?

As áreas de atuação são: Artes Cênicas (circo, dança, teatro) Artes Visuais (artes plásticas, fotografia, história em quadrinhos, audiovisual) Literatura, Moda, Gestão Cultural, Música. Os formatos das atividades são variados, podem ser oficinas de curta, média e longa duração, workshop, seminário, ciclo de palestras entre outros.

COMO SE INSCREVER?

As inscrições devem ser feitas nas próprias unidades e cada atividade tem seu critério de seleção, podendo ser primeiros inscritos, carta de interesse, aula aberta, currículo. O importante é conferir a programação e escolher a atividade que mais lhe interessar.

COMO SABER DA PROGRAMAÇÃO CULTURAL?

A Programação das Oficinas Culturais é veiculada trimestralmente e pode ser conferida através das agendas de programação nas próprias unidades e pelo site: www.oficinasculturais.org.br

O QUE É A ASSAOC?

Associação Amigos das Oficinas Culturais do Estado de São Paulo – ASSAOC - é uma Organização Social de Cultura que por meio do Contrato de Gestão firmado com a Secretaria de Estado da Cultura é responsável por gerenciar e implantar as atividades de formação cultural desenvolvidas pela rede de Oficinas Culturais, sendo 7 unidades na capital e 15 no interior.