
Walter Portella e Lilian Blanc retornam ao Teatro Augusta para temporada de nova versão do espetáculo O CONVITE DE CASAMENTO. A temporada, que tem direção do autor, Clóvys Tôrres, vai até 28 de fevereiro, sempre aos sábados e domingos, às 16 horas.
Patrocínio: Porto Seguros. Ingressos: R$ 30,00 e R$ 15,00 (aposentados, estudantes e convênios ou promoções).
sinopse
Um casal se prepara para curtir mais uma festa de casamento para a qual não foram convidados. Não encontram a chave, enquanto a procuram pela casa brincam de Marlene Dietrich e Clark Gable, numa brincadeira que fala sobre vida, cinema, morte, casamento. Tendo apenas um baú como cenário, os atores “contam” a história de Marlene e Amadeo, um casal de idodos que faz um acerto de contas sobre sua história. Um caleidoscópio de emoções contadas por dois clows, Marlene e Amadeo. É para emocionar, divertir e pensar….
Histórico.
O Convite de Casamento foi lido inicialmente no Projeto LETRAS EM CENA, no MASP, pelos atores Walter Portella e Maria do Carmo Soares. Posteriormente, apresentada numa leitura no Teatro Garagem, com Nyrce Levin e Walter Portella. Sua primeira montagem aconteceu no Teatro Augusta, com Lílian Blanc e Walter Portella, em julho e agosto de 2009. Em setembro foi lida na Casa da Gávea, no Rio de Janeiro, pelos atores Nyrce Levin e Rogério Froes. Em outubro ganhou nova versão dirigida pelo autor. Agora, depois de algumas apresentações itinerantes esta nova versão, retorna ao Teatro Augusta.
Nota do autor e diretor
Há oito anos pesquiso mais organizadamente este tema e observo idosos à minha volta. Meus avós sempre foram figuras especiais na minha vida…Portanto, desde de sempre me rodearam com suas observações… Não sei nem explicar a razão desta curiosidade, mas é fato que O CONVITE DE CASAMENTO é minha terceira peça sobre idosos. A primeira, MARIA MUCUTA, abordava a morte de forma poética e faz parte do meu repertório de ator… há oito anos. A segunda, GERALDO DE SAUDADES, está prestes a ganhar vida nos palcos. E O CONVITE DE CASAMENTO se mostra patética, poética, triste, mas sublime. E ainda tenho na manga dois atores brilhantes. Uma honra contar com esta equipe: Walter Portella e Lílian Blanc. Este espetáculo é uma caixinha de surpresas que se revela na intimidade. Sempre com humor.
Walter Cândido Portella
Ator e diretor de teatro, nasceu na cidade de Passo Fundo- Rio Grande do Sul. E 1977, que decidiu trocar o cinema pelo teatro. A porta de entrada para as Artes Cênicas, profissionalmente,foi uma oficina ministrada pelo diretor Antunes Filho, promovida pelo SATED/ SP, no final da qual foi convidado pelo diretor a integrar o grupo que pesquisaria e adaptaria para o teatro a obra de “Macunaíma” de Mario de Andrade. Um ano mais tarde, esse trabalho resultou no espetáculo de mesmo nome que revolucionou o teatro nacional e internacionalmente.
Foi um dos fundadores do grupo “Pau – Brasil” (1978) , atualmente “Grupo de Teatro Macunaíma” Desde então, tem se dedicado inteiramente ao teatro de pesquisa. De 1978 a 1994 participou como ator em todos os espetáculos dirigidos por Antunes Filho, bem como de todo o processo de pesquisa teatral do CPT(Centro de Pesquisa Teatral) coordenado pelo referido diretor. Desde 1994 ,vem desenvolvendo uma visão filosófica sobre o teatro e um método próprio para o trabalho do ator. Experiência que vem transmitindo através de cursos e workshops que coordena e ministra. Assim, sua carreira tem 2 fases: a do cinema e a do teatro.
Lílian Blanc
Formada pela escola da saudosa atriz Célia Helena, tem em seu currículo trabalhos junto a vários grupos.
Convidada por Eduardo Tolentino de Araújo, diretor do Grupo Tapa, participou do elenco de Major Bárbara, A Importância de Ser Fiel , Vestido de Noiva, Rasto Atrás, Moço em Estado de Sítio. Ainda no Grupo Tapa sob direção de Silnei Siqueira, atuou em Morte e Vida Severina; com Cacá Amaral em Um Genro de Muitas Sogras e com Zécarlos Machado em O Telescópio .
No Grupo Folias D’Arte, em trabalho conjunto com o Grupo Tapa, sob direção de Marco Antônio Rodrigues, integrou o elenco de Surabaya, Johnny! onde foi indicada para o Prêmio Dança Brasil como melhor performance feminina e Happy End, peças das quais fez também a tradução e a adaptação do texto e das letras das músicas do alemão para o português. Na Visceral Cia atuou em Terrorismo. Com o grupo Arte Ciência no Palco esteve em Oxigênio, A Dança do Universo, o infantil Rebimboca e Parafuseta e com o grupo musical Palavra Cantada, sob direção de Gustavo Kurlat, Ramom e Maraó.
Participou de várias novelas da TV Globo, do especial Som e Fúria, novelas no SBT, do programa Mothern na GNT, e do Telecurso Segundo Grau da TV Cultura.
Em cinema fez vários curtas e longas metragens
As Melhores Coisas da Vida, com direção de Laís Bodanzky, a ser lançado em 2010, Ensaio sobre a Cegueira, de Fernando Meirelles, Flying Virus, de Jeff Hare (USA), Nina, dirigido por Heitor Dahlia, e Tapete Vermelho sob a direção de Luíz Alberto Pereira (Gal
Clóvis Tôrres
Ator, jornalista e produtor, trabalha na área cultural desde 1990. Escreve, produz e atua…É diretor da RECADO EM DESTAQUE, assessoria de comunicação. Trabalha com o CANAL TEATRO. Produz o Projeto LETRAS EM CENA no MASP, que já uniu mais de 12 mil atores em leituras dramáticas nos últimos quatro anos. É um agitador cultural e está sempre envolvido em novos projetos. Agora, produz e dirige O CONVITE DE CASAMENTO, de sua autoria. Está em cartaz com a peça de Gabriela Mellão: Parasita, no Sesc Consolação. E iniciou ensaio de ANTONIN ARTAUD, texto de Gabriela Mellão, direção de Eric Lenate. Produz ainda RETRATO EMOLDURADO de sua autoria, com direção de Elias Andreato, com Tânia Bondezan e Maximiliana Reis.
Porto Seguro
patrocina
nova versão de
O Convite de Casamento
no Teatro Augusta
todos os sábados e domingos às 16 horas
de 23 janeiro a 28 de fevereiro
Ingresso na bilheteria do Teatro Augusta
De quarta a domingo, das 14 às 21 horas.
Preço: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (estudantes e aposentados)
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RECADO EM DESTAQUErecadoemdestaque@superig.com.br
clovistorres@uol.com.br


O Teatro do Ator apresenta o espetáculo “A Bomba Anatômica”, um verdadeiro rap-cênico que fala do universo feminino. Toda sexta-feira a meia noite são apresentadas quatro histórias entrelaçadas, as quais mostram personagens que vão do riso às lágrimas e finalmente às gargalhadas.


