jul 02

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Ingressos estarão à venda a partir do dia 7 de julho

O público de todo o Brasil terá acesso às entradas pela internet
e nas unidades do SESC do Estado de São Paulo

Começa no dia 7 de julho, às 11h, a venda de ingressos pela internet para o FIT (Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto). O público deverá acessar o site www.festivalriopreto.com.br para efetuar a compra. A partir do dia 11 de julho, às 11h, é possível adquirir pessoalmente as entradas na Central de Ingressos, localizada no SESC Rio Preto e em outras 27 unidades do SESC da capital e interior de São Paulo.

Este ano, para agilizar a venda dos ingressos, o Festival utilizará novamente o Cardápio Teatral. Além disso, em respeito ao público, o FIT limitará a venda por pessoa, que poderá adquirir no máximo quatro ingressos por espetáculo.

Para as peças nacionais e internacionais, os convites vão custar R$10, sendo que estudantes, usuários matriculados no SESC, menores de 18 anos, maiores de 60 anos e professores da rede pública (todos com comprovação) pagam R$5.

A classe teatral rio-pretense, comerciários matriculados no SESC e participantes do FIT com crachá do Festival terão acesso aos espetáculos por R$2,50.

Para frequentar o espaço noturno Não-Lugar, estudantes, usuários matriculados no SESC e maiores de 60 anos pagam R$5. Comerciários matriculados no SESC pagam R$2,50 a entrada será franca para a classe teatral rio-pretense e participantes do Festival. Os convites gratuitos deverão ser retirados no dia, também com a apresentação da carteirinha do FIT e RG.

A Central de Ingressos funcionará de segunda a sexta-feira, das 10 às 20h, e aos sábados e domingos das 10 às 17h.

Confira a lista de unidades do SESC do interior e capital de São Paulo:

SESC Av. Paulista, Av. Paulista, 119, (11) 3179.3700
SESC Carmo, Rua do Carmo, 147, (11) 3105.9121
CINESESC, Rua Augusta, 2075, (11) 3082.0213
SESC Consolação, Rua Dr. Vila Nova, 245, (11) 3234.3000
SESC Interlagos, Av. Manuel Alves Soares, 1100, (11) 5662.9500
SESC Ipiranga, Rua Bom Pastor, 822, (11) 3340.2000
SESC Itaquera, Av. F. do Espírito Santo A. de Mattos, 1000, (11) 6523.9200
SESC Pinheiros, Rua Paes Leme, 195, (11) 3095.9400
SESC Pompéia, Rua Clélia, 93, (11) 3871.7700
SESC Santo André, Rua Tamarutaca, 302, (11) 4469.1200
SESC Santo Amaro, Rua Adolfo Pinheiro, 940, (11) 5525.1855
SESC São Caetano do Sul, Rua Piauí, 554, (11) 4223.8800
SESC Vila Mariana, Rua Pelotas, 141, (11) 5080.3000
SESC Araçatuba, Rua José Bonifácio, 39, (18) 3608.5400
SESC Araraquara, Rua Castro Alves, 1315, (16) 3301.7500
SESC Birigui, Travessa Sete de Setembro, 5, (18) 3642.7040
SESC Bauru, Av. Aureliano Cárdia, 6-71, (14) 3235.1750
SESC Campinas, Rua Dom José I, 270, (19) 3737.1500
SESC Catanduva, Pça. Felício Tonello, 228, (17) 3524.9200
SESC Piracicaba, Rua Ipiranga, 155, (19) 3434.4022
SESC Ribeirão Preto, Rua Tibiriçá, 50, (16) 3977.4477
SESC Santos, Rua Conselheiro Ribas, 136, (13) 3227.5959
SESC São Carlos, Av. Com. Alfredo Maffei, 700, (16) 3372.7555
SESC São José dos Campos, Rua Cel. J. Monteiro, 275, (12) 3904.2000
SESC Sorocaba, Av. Washington Luiz, 446, (15) 3212.4455
SESC Presidente Prudente, Rua Alberto Peters, 111, (18) 3916.7619
SESC Taubaté, Av. Eng. Milton de Alvarenga Peixoto, 1264, (12) 3634.4000

Serviço:
Central de Ingressos

Endereço: avenida Francisco das Chagas Oliveira, 1333
São José do Rio Preto (SP)
Tel: 3215-1830
Informações: www.festivalriopreto.com.br

Mais informações para a imprensa
Central de Comunicação FIT 2009
Coordenação: Cássia Fernandes
Atendimento: Mariana Daher - imprensa@festivalriopreto.com.br
Atendimento: Ariéle Guimarães - tv@festivalriopreto.com.br
Tel. (17) 3215-2920 / 3215-3293

jul 02

O curta-metragem de animação “Do Grafite ao Graffitti” realizado na Oficina Cultural Regional Carlos Gomes foi selecionado para participar do 17º Festival Internacional de Animação do Brasil – Anima Mundi 2009, uma feira dedicada à apresentação de produtos e serviços voltados para o segmento da animação.

O resultado da sexta oficina de produção de cinema de animação com o tema “Cinema de Animação: Grafite Animado”, que aconteceu no 2º semestre de 2007 deu origem ao curta “Do Grafite ao Graffiti”. Durante o processo de criação, os alunos apresentaram desenhos e idéias, tanto de concepção do estilo e originalidade, quanto da preparação, criação e necessidades da produção.

Neste ano, o Anima Mundi acontece no Rio de Janeiro entre os dias 10 a 19 de julho e em São Paulo entre os dias 22 a 26 de julho, os locais ainda não foram definidos. O evento é considerado o maior festival de animação da América Latina e um dos três maiores do planeta, apontado como uma grande vitrine do panorama da animação em todo o mundo.

OFICINA CULTURAL REGIONAL CARLOS GOMES
Coordenador: Robson Trento
Largo da Boa Morte, 11 - Centro - Limeira/SP – Cep 13480-188
Tel: (19) 3442-9857 / 3495-1028
carlosgomes@assaoc.org.br
Funcionamento: segunda a sexta-feira - 10h às 21h30 e sábados - 14h às 18h

jun 16

A Sala São Paulo e a Secretaria de Estado da Cultura apresentam uma série de Concertos Matinais aos domingos às 11h, até o final do mês de junho, com ingressos vendidos a R$ 2 reais. O evento está composto por famosos concertistas que se destacam em todo o mundo.

Os concertos começam a partir do dia 31 de maio, com a apresentação do Coro de Câmara da Osesp, sob o comando de sua regente titular, Naomi Munakata. O programa traz obras para coro a capela dos compositores franceses Claude Debussy, Jean Françaix, Maurice Ravel e Francis Poulenc.

No dia 14 de junho o espetáculo fica a cargo da Bachiana Filarmônica. Sob o comando de João Carlos Martins, o conjunto interpreta a Sinfonia nº 5 em Dó Menor, Op. 67, do alemão Ludwig van Beethoven.

Já no dia 21 de junho o concerto reúne os coros infantil, juvenil e de câmara da Osesp, novamente sob a regência de Naomi Munakata, com acompanhamento do fagotista Francisco Formiga e solos do barítono Sabah Teixeira.

A programação dos Concertos Matinais no semestre é encerrada pela Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo no dia 28 de junho, com a interpretação da Sinfonia nº 3 em lá menor, de Felix Mendelssohn-Bartholdy.

Concertos Matinais
Dias 31/5 e 14, 21 E 28/6, às 11h
Preço: R$ 2
Sala São Paulo
Praça Júlio Prestes, 16 – Luz
Tel.: (11) 3223-3966
www.salasaopaulo.art.br
Classificação: 7 anos.

jun 16

fabio4

Conte-nos um pouco sobre a sua trajetória no teatro.

Minha trajetória no teatro teve início em 1993, durante o colegial técnico em publicidade que fazia numa escola de ensino médio cujo nome não vem ao caso. Havia um curso de teatro extracurricular dentro de um projeto chamado “Projeto Cria…Acão” idealizado por um grande ator, diretor e professor de teatro chamado Celso Solha. Eu e a maioria das pessoas que integram a Brava Companhia passamos pelos sábios e vigorosos ensinamentos e trocas proporcionados pelo Celso. Este início foi fundamental para mim e para as demais pessoas da Brava porque lá na escola tomamos gosto pelo teatro que nos foi apresentado, um teatro cheio de vida, de relação com a vida e com o tempo em que vivíamos, com muita, mas muita responsabilidade e principalmente com muita diversão e espontaneidade. Em 1995, ainda neste projeto, formamos um grupo chamado grupo Cria…ação, envolvendo as pessoas que ao longo da vivência teatral na escola queriam formar um grupo de teatro amador, com este grupo montamos um espetáculo chamado “Bobuque” que ficou em cartaz até junho de 2006. Em paralelo a este grupo, nosso então professor Celso Solha convidou alguns de nós para sermos assistentes de professor em outras turmas de iniciação do projeto e aí também começou outra faceta de minha trajetória: a de professor de teatro. Após 2006 este grupo se desfez e alguns de nós seguimos outros rumos teatrais, fazendo cursos e participando de outros grupos. No meu caso tive o prazer inenarrável de trabalhar durante três anos com Reinaldo Maia que atribuiu à minha história a escolha por um teatro sabedor de sua função social. Em 1998 surge, da união de jovens amigos do Projeto Cria…Ação, a Cia. Teatral ManiCômicos da qual participei da fundação. Esta Companhia surge na zona sul da cidade de São Paulo com objetivo de abrir novos caminhos para o teatro na cidade, ou seja, nosso objetivo era proporcionar o acesso ao teatro por meio de apresentações em diversos bairros populares da cidade, além de oficinas que oferecíamos em diversos locais da zona sul. Em 2005 começa uma transição da companhia, parte dos integrantes mudam-se para a Cidade de São João Del Rey – MG e em São Paulo a Cia. Teatral ManiCômicos passa a se chamar Brava Companhia, que em 2007 estréia o espetáculo “A Brava” que coroa esta transição. Na Brava Companhia, continuamos e reinventamos nosso fazer teatral nos assumindo, cada vez mais, não como artistas, mas sim como trabalhadores da arte, entendendo a função social de nosso fazer teatral, aprimorando nossa capacidade de entendimento e prática teatral construindo uma poética árdua, do ponto de vista do trabalho e das dificuldades e construindo uma estética que revela nosso pensamento, nossas posições como trabalhadores e cidadãos. Desde 2007 mantemos como sede de todo nosso trabalho o Sacolão das Artes, localizado no Parque Santo Antônio, local onde queremos estar, onde lutamos para permanecer.                            

Como foi fazer a direção da peça A Brava? Qual é a proposta do espetáculo?

O processo da Brava foi um processo raivoso, no bom sentido, todos nós estávamos vivendo o seguinte panorama: grupo em processo de transição, discussões, separações, tudo o que já é conhecido, desfizemos todo o nosso repertório, ou seja, nosso meio de sobrevivência. Estávamos sem nenhum real para produzirmos, não tínhamos local para ensaiar, ensaiávamos na rua e depois fomos ensaiar na Cadopô, um prédio do antigo grêmio da Poli, localizado no bairro do Bom Retiro que foi ocupado por alguns grupos teatrais, entre eles a Cia. Do Miolo que cedeu o espaço para ensaiarmos. Dentro deste cenário, ensaiávamos de terça a sábado, às vezes três períodos do dia, sem nenhum tostão, muitas vezes tendo que recorrer a empréstimos bancários para pagar a condução, alimentação, etc. Estávamos montando um espetáculo para responder a seguinte pergunta; Qual é a nossa busca? Por que fazemos teatro hoje?  Trabalhamos muito para responder cenicamente esta questão e conseguimos, nossa raiva foi combustível para uma criação visceral que nos fortaleceu quanto grupo. Ocupar a função de diretor desta peça foi muito bom, foi uma experiência feita a base de confiança, nossos processos são construídos a partir de provocações, do jogo, do improviso. Entendemos o fazer coletivo com funções diferenciadas, porém horizontais. Posso dizer que ter dirigido “A Brava” foi ao mesmo tempo um exercício de criatividade e de resistência. Concebemos um espetáculo para apresentação em espaços não convencionais, inclusive rua. Nos apropriamos da história de Joana D’arc não para transformá-la em santa, mas sim, para responder nossas questões, entender nossas buscas e os motivos pelos quais fazíamos teatro, tudo isso foi atribuído a uma “dramaturgia paralela”   que percorre durante toda encenação.

E o texto, também é de sua autoria? Em que você se inspirou?

A dramaturgia final foi feita por mim. O texto é de todos da Brava Companhia. A inspiração foi nossa própria história.

A Brava recebeu indicação ao Prêmio Shell de melhor direção?

Sim, recebemos a indicação ao Prêmio Shell de melhor direção e outras cinco indicações ao Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro, entre eles, melhor espetáculo apresentado em rua, projeto sonoro e dramaturgia.

A peça foi escrita para ser apresentada na rua, já que diversas apresentações foram nas ruas do centro da cidade?

Foi feita e concebida para apresentação em espaços não convencionais, inclusive rua. Apresentamos o espetáculo e continuamos apresentá-lo, não só no centro da cidade, mas em outras ruas espalhadas pela zona sul da cidade, outros estados, etc.

Como é ganhar o  Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro em 2008 como melhor direção?

Recebemos o Prêmio de melhor espetáculo apresentado em rua. Nosso maior prêmio foi o próprio espetáculo, foi e é a convicção que temos sobre nosso fazer teatral que não quer e nem pretende ser um fazer teatral mercadológico, nosso prêmio é resistir é continuar. No mundo em que vivemos hoje se criam mecanismos para aferir competência às pessoas, a grupos, não criamos o prêmio, recebemos e ficamos felizes por ter recebido.

jun 01

Teatro SESI traz a peça O Colecionador de Crepúsculo

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O Centro Cultural FIESP apresenta a peça O Colecionador de Crepúsculo até o dia 5 de julho no auditório do teatro do SESI. Baseado nos contos de Luís da Câmara Cascudo, considerado um dos homens mais importantes do século para a cultura popular brasileira, o espetáculo revela as raízes do Brasil por meio de lendas e histórias de seu povo.

Vladimir Capella, diretor e dramaturgo, mostra por meio de contos recolhidos misturas de religião, crenças, costumes, mitos, tradições e aspectos característicos do povo brasileiro, através da fala de Cascudo, historiador, folclorista, antropólogo, advogado, jornalista e autor de mais de 150 livros.

O Colecionador de Crepúsculos reproduz alguns contos do autor, tais como, O Compadre da Morte, A Velha Amorosa, O Marido da Mãe D´Água, A Menina Enterrada Viva e A Formiguinha e a Neve, que discutem temas por meio de história e memória, amor e separação, solidão e velhice, vida e morte e o papel da arte.

Local e Informações
Av. Paulista, 1313 – Cerqueira César
Telefone: 3146-7405/06
Entrada franca – os ingressos devem ser retirados no dia do espetáculo, a partir do horário de abertura da bilheteria. São distribuídos apenas dois ingressos por pessoa.
Sábados e domingos, às 16h
Sessões exclusivas para escolas: quintas e sextas, às 11h
De 23 de abril a 5 de julho

jun 01

Mania de Colecionar no Museu do Futebol

futebol

O Museu do Futebol apresenta a exposição Mania de Colecionar até o dia 16 de agosto na sala Osmar Santos.  A mostra conta com mais de cinco mil objetos dos amantes do futebol, entre eles, flâmulas, botões e camisas num mosaico de formas e sotaques.

Em um grande painel os curadores Leonel Kaz e Clara Azevedo retratam a paixão pelo futebol e pelo ato de colecionar. Eles selecionaram objetos partir da plasticidade e diversidade de formas geométricas, cores, estampas e figuras de cada época.

O futebol de botão tem espaço importante na mostra, são mais de quatro mil botões divididos nas categorias profissionais e lúdicos. A exposição reúne ícones da idolatria do torcedor pelo futebol que simbolizam, cada um ao seu modo, a mania de colecionar e a paixão pelo esporte.

Local e Informações
Praça Charles Miller, S/N - Estádio do Pacaembu - São Paulo
Tel: 3663-3848
Aberto de terça a domingo, inclusive feriados.
Entrada das 10h às 17h, com permanência até 18h.
Horário sujeito a alterações em dias de jogos vespertinos no Estádio do Pacaembu.
Mais informações pelo telefone 11 3663-3848.
Preço: R$ 6,00 (R$ 3,00 a meia entrada para estudantes e idosos)
Entrada gratuita às quintas-feiras.

mai 15

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Nos dias 16 e 17 de maio a população paulista tem diversão garantida

A Virada Cultural Paulista chega ao seu terceiro ano e já faz parte da agenda cultural do estado. Realizada no mês de maio pelo governo de São Paulo e pela Secretaria do Estado de Cultura, a virada conta com uma programação de mais de 560 atrações, que tem início às 18 horas do dia 16 e termina às 18 horas do dia 17.

O evento é realizado nas cidades de Araçatuba, Araraquara, Assis, Bauru, Caraguatatuba, Franca, Indaiatuba, Jundiaí, Marília, Mogi das Cruzes, Mogi Guaçu, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santa Bárbara d’Oeste, Santos, São Bernardo do Campo, São José do Rio Preto, São João da Boa Vista, São José dos Campos e Sorocaba.

A novidade para este ano são eventos inspirados no Ano da França no Brasil, filmes compostos por uma série de curtas-metragens de animação feitos por cineastas franceses e exibido em parceria com a Cinemateca Francesa e o Consulado da França.
Além disso, a programação traz eventos, tais como: música, teatro, cinema, dança, circo e muito mais. Neste ano a Virada se expandiu para 20 municípios do interior e litoral e a expectativa é que o público deva atingir 1 milhão de pessoas.

Confira a programação no site: www.cultura.sp.gov.br

mai 15

mam

Em comemoração ao ano da França no Brasil, O Museu de Arte Moderna – MAM recebe a exposição de fotografia OLHAR E FINGIR, acervo do casal de colecionadores Michel e Michèle Auer, onde reúne até o dia 28 de junho mais de 200 obras de uma das maiores coleções de fotografia do mundo, que vai do século XIX até a atualidade.

Os curadores Elise Jasmin, historiadora francesa, e o jornalista brasileiro Eder Chiodetto (curador do Clube de Colecionadores de Fotografia do MAM) reuniram artistas que transgrediram com a realidade que compreendem quase 170 anos da história da fotografia.

A mostra apresenta obras que flertam com o visual e é dividida em quatro partes: Transfigurações, Beleza convulsiva, Performances e Fantasias formais. Os artistas deixam de buscar apenas uma cópia do mundo real e se apropriaram da fotografia para falar do imaginário, do universo das sensações e das percepções não visíveis, representadas por meio de experimentações e metáforas visuais.

Olhar e Fingir - Fotografias da Coleção Auer
MAM-SP - av. Pedro Álvares Cabral, s/no, portão 3, Parque do Ibirapuera
Informações pelo telefone 11/¬5085-1300
De terça a domingo, das 10h às 18h - Até dia 28 de junho
R$ 5,50 (grátis aos domingos)

mai 07

abilio-tavares

Possui graduação em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo (1985) e Mestrado em Artes pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (2008). Atualmente é Coordenador Projeto Ademar Guerra da Associação Amigos das Oficinas Culturais do Estado de São Paulo e Pesquisador da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da Universidade de São Paulo.

Você iniciou no teatro amador em Uberlândia (MG), como foi o início de sua carreira? Enfrentou algum tipo de preconceito?

Isso foi em 1978 e eu tinha 15 anos. Havia um grupo de teatro muito bom ligado ao Conservatório de Música. O diretor (Guilherme Abrahão) era um rapaz da cidade que tinha vindo estudar na Escola de Arte Dramática da USP - EAD e, que nos fins de semana, voltava para ensaiar o grupo que estava para estrear A Casa de Bernarda Alba, de Garcia Lorca. É uma peça só com mulheres, mas estavam precisando de homens para passar ao fundo cantando como um coro de ceifadores. Um amigo me indicou. Eu fui e encontrei um mundo através do teatro e desde então nunca mais parei. É claro que havia um tanto de preconceito, mas a alegria das descobertas e do fazer era muito maior. E o espetáculo teve uma grande repercussão na cidade, o que amenizava um pouco as coisas.

Conte-nos um pouco sobre sua vinda de Uberlândia para São Paulo, seu foco já era estudar Artes Cênicas?

Sim. Prestei vestibular para o curso de Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes da USP - ECA e vim para estudar, mas já com o objetivo de permanecer e desenvolver meu trabalho aqui. A experiência da escola foi fundamental para construir os alicerces a partir dos quais realizo o meu trabalho até hoje.

Você dirigiu o TUSP por 17 anos. Fale-nos um pouco sobre este período.

Foi um trabalho muito intenso e muito rico de experiências e realizações, sobretudo porque envolveu a recuperação de uma memória e a construção de uma identidade. Deste período, destaco o trabalho realizado nas cidades do interior onde a USP também tem campus, com um intenso projeto de incentivo à formação de grupos teatrais e a realização itinerante dos FESTIVAIS DE TEATRO UNIVERSITÁRIO DA USP, realizados, a cada ano, em uma cidade diferente. Além de vários outros projetos, também muito intensa e produtiva foi a atividade do GRUPO TUSP com o qual dirigi 9 espetáculos.

Como foi dirigir a 25º Encenação da Fundação da Vila de São Vicente?

Um grande desafio, mas com um resultado surpreendente e apaixonante. O que São Vicente realiza na praia do Gonzaguinha, desde 1982, é inacreditável e merece ser visto e conhecido por todo o Brasil. Trata-se de uma arena montada na areia da praia, para 8 mil pessoas por dia, durante 7 dias. Um palco natural com uma boca de cena de 100 metros de largura com profundidade quase igual e, o mais incrível, cerca de quase mil pessoas da comunidade em cena fazendo aquilo com uma garra e um amor inacreditáveis. Só pode ser desafiador e apaixonante.

Você está a frente da coordenação do projeto Ademar Guerra. Como está sendo desenvolver este trabalho de grande abrangência no Estado de São Paulo?

Acabamos de fechar o primeiro mês de realização desta edição de 2009, para a qual fizemos profundas reformulações que vinham sendo estudadas desde o momento em que assumi a coordenação do projeto, no fim do ano passado. Antes de abril, em que os 40 orientadores artísticos do projeto começaram a viajar para as cidades do interior, realizamos, em março, um Encontro Preparatório em São Paulo, reunindo equipe pedagógica, equipe de orientadores, diretores e representantes dos grupos do interior selecionados para receber essa orientação. Há, no interior do estado, uma produção intensa de teatro e uma grande quantidade de grupos realizando um trabalho muito interessante. O diálogo artístico com estes grupos, através das orientações realizadas pelo Projeto Ademar Guerra, pode potencializar ,com grande intensidade, o desenvolvimento e o alcance dessa produção. Estamos trabalhando com 40 grupos em 30 cidades localizadas nas mais diferentes regiões do estado. Posso afirmar,com segurança, que estamos todos muito felizes e cheios de esperança com os primeiros  resultados das propostas implantadas neste ano. Sentimos que vamos ter, ao longo de 2009, um rico trabalho, não só de realização prática, mas também de profunda reflexão conceitual sobre a natureza e potencialidades deste importante projeto, está completando, neste ano, 12 anos de existência.

mai 04

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A Unesp, através da Universidade Aberta à Terceira Idade (UNATI), núcleo de Marília recebeu a coordenadora da Oficina Cultural Regional Tarsila do Amaral, Milena Deganuti de Mello, para participar do ciclo de palestras abril 2009.

As palestras tiveram a participação de professores doutores da Universidade Estadual Paulista e como convidada especial, a coordenadora da Oficina Cultural em Marília falou sobre o tema “Oficinas Culturais: unindo arte e comunidade” para o grupo de estudantes da UNATI e visitantes.
A coordenadora iniciou a palestra destacando a gestão da Assaoc junto à Secretaria de Estado da Cultura e, por conseqüência, das Oficinas Culturais do Estado de São Paulo com a Prefeitura Municipal dos municípios, a fim de realizar atividades culturais através da sede regional para 49 municípios de toda região.

“Trabalhamos com um público aproximado de um milhão de pessoas, oferecendo oportunidades de novas vivências artísticas a municípios distantes e carentes de determinados conhecimentos culturais, portanto, acreditamos que as oficinas culturais sejam uma ótima oportunidade para reconhecimento e conhecimento de algumas linguagens artísticas”, destacou Milena.
Num segundo momento, abordou-se os principais objetivos do trabalho das oficinas culturais, promovendo o acesso à Cultura e possibilitar o contato com os mais diversos tipos de linguagens artísticas, técnicas e idéias, buscando com isso, a formação de público e profissionais para o setor cultural, das áreas e linguagens que trabalham.

A palestra também abordou sobre os formatos de atividades, “procuramos abranger as mais diversas linguagens como circo, teatro, dança, moda, gestão cultural, audiovisual, artes plásticas, sempre buscando formar público em todas as áreas, através de oficinas, workshops, ciclos de filmes, espetáculos seguidos de atividades de formação”, disse a coordenadora.

A participação do público foi evidente, questionando e contribuindo para o trabalho que é realizado no município de Marília e região, oferecendo a oportunidade do acesso e conhecimento a manifestações artísticas, nem sempre tão conhecidos ou disponíveis a grande maioria da população.

Um momento de bastante entusiasmo foi quando falou-se dos artistas regionais e seus trabalhos profissionais frente às artes plásticas, artes visuais, artes cênicas. “Marília foi palco de tradicionais eventos culturais no passado que deixaram precursores e raízes muito fortes para que sejamos novamente expoentes nessa questão, temos talentos brilhantes e, com certeza, devemos multiplicar tudo isso através do trabalho das Oficinas Culturais”, disse uma ouvinte da palestra, aluna da UNATI.

Ao término da palestra, a coordenadora apresentou a nova agenda de atividades do trimestre, destacou a participação expressiva e persistente da comunidade nas oficinas culturais e destacou, “o trabalho desenvolvido pelas oficinas culturais se cumprem no momento que ofertamos e promovemos o acesso às atividades culturais nas diversas áreas e linguagens e sempre que capacitamos agentes multiplicadores na área, desenvolvendo com isso uma formação que seja inclusiva e que estimule a Cultura em suas diversas faces”, finalizou.